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Cidades

Evento tem o intuito de mobilizar os povos do Cerrado e do Pantanal

Evento

09 novembro 2013 - 11h12Por Ana Rita Chagas

A primeira edição do evento “Coalizão Cerrado - Pantanal” segue até o dia 12 de novembro, na antiga estação ferroviária/ espaço da museologia, em Campo Grande. De acordo com os organizadores, o evento tem o intuito de mobilizar os povos do Cerrado e do Pantanal, bem como, a sociedade para debater, aprofundar os posicionamentos e definir estratégias de ação para a conservação de biomas, além de garantir justiça social para os povos e comunidades tradicionais.

Conforme a programação, hoje (9) e domingo (10) acontecerão o IV Encontro Regional da Rede Cerrado e na segunda (11) e terça (12) está previsto o I Simpósio sobre Eventos Climáticos Extremos no Pantanal, ambos marcam os dois momentos distintos no evento.

O IV Encontro Regional da Rede Cerrado propõe estimular a troca de experiências e articulação de pautas de diferentes grupos sociais, além de qualificar as organizações que fazem parte da Rede, para atuação nos espaços de incidência política, mapear os conflitos socioambientais da região, identificar mecanismos e ações para promover a segurança das comunidades ameaçadas e levantar subsídios para proposição e revisão de instrumentos normativos tendo em vista a construção de um marco legal para o Cerrado.

Já o I Simpósio, integra o projeto intitulado “Mapeamento de eventos climáticos extremos no Pantanal, análise de seus efeitos sobre populações vulneráveis, capacitação local e elaboração de propostas mitigatórias”, executado pela Ecoa desde 2011.

A ação visa identificar, o mapeamento, o estudo e a análise de todos os eventos climáticos e suas consequências sociais, ambientais e econômicas nos últimos cinco anos no Pantanal, associado a um processo de estruturação de políticas, programas e ações concretas com a finalidade de mitigar impactos, particularmente aqueles que incidem sobre as populações mais vulneráveis, que vivem diretamente do uso dos recursos naturais. Este é o caso, por exemplo, dos milhares de pescadores artesanais e coletores de iscas vivas para a pesca turística nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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