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Cidades

Em cartão postal da cidade, rua parece 'queijo suíço' e traz dor de cabeça para motoristas

Motoristas que trafegam em frente ao Parque das Nações Indígenas precisam fazer manobras devido aos buracos

25 dezembro 2016 - 10h00Por Anna Gomes

Em frente a um dos locais mais visitados em Campo Grande, o Parque das Nações Indígenas, a Rua Antônio Maria Coelho tem sido alvo de reclamações da população. A via que dá acesso ao parque com árvores, quadras de lazer e também ao Marco (Museu de Arte Contemporânea), está com tantos buracos, que fica até difícil o condutor olhar para os lados e apreciar a beleza do lugar.

Para passar pelo trecho, os motoristas precisam fazer verdadeiros malabarismos e, em alguns casos, necessitam até trafegar na contramão por causa das 'crateras' da via. Quem precisa passar pelo local diariamente prefere fazer outra rota a se arriscar.

O problema consegue ficar ainda pior quando chove já que os buracos ficam 'disfarçados' quando estão encobertos pela água e acabam virando uma armadilha para os condutores, que ficam vulneráveis ao perigo.

Foto: Anna Gomes

Além de gastos com os veículos, a população também se arrisca a qualquer momento sofrer um acidente, já que os condutores precisam trafegar em 'zigue-zague' tentando desviar dos buracos.

O problema até deixa de ser uma 'dor de cabeça' por um certo tempo, mas acaba sempre voltando. Praticamente todos os buracos já foram cobertos, pela operação tapa-buraco, mas em questão de meses, como não é novidade, os buracos voltam a aparecer.