O motorista Sidnei Mendes, de 35 anos, que leva universitários em veículos particulares para a Universidade Católica Dom Bosco, está indignado com os costumes dos estudantes, professores e funcionários que estacionam os carros nas faixas amarelas e não respeitam as regras de trânsito na avenida Tamandaré, em Campo Grande.
Sidnei ressalta que todos os dias não consegue uma vaga para deixar os alunos, alguns com problemas locomotores. “Até os estacionamentos que são próprios para deficientes são ocupados. No local não existe placa que explique que naquele local e para um idoso e deficiente”.

Foto: Sidnei Mendes
As placas de 'pare' que direcionam o trânsito e de estacionamento para deficientes foram encontradas caídas no chão. “Os funcionários da empresa que foram até o local fazer a limpeza da grama e pintura das faixas de pedestres, retiraram as placas e não colocaram de volta. O negócio já era bagunçado. Agora que ficou confuso. Tenho que abrir a porta da van em qualquer lugar e pedir para os alunos descer. Alguns ficam bravos e acham que quero largar eles em qualquer lugar. Não temos um local próprio e com segurança para descer. Devido a lotação de motoristas que largam o carro em local errado”.

Foto: Sidnei Mendes
Há mais de trinta dias, Sidnei ligou no numero 153 da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), e realizou diversas denuncias. “Veio dois guardas da Agetran , multou dois veículos e foi embora. Nunca mais voltou. Liguei de novo e agora nem ligam para o que falo. Pediram para ligar no 199 da Guarda Municipal. Esse numero cai no sistema da Defesa Civil e nunca passam para a base dos guardas. Falaram que não tinha ninguém na base para transferir a ligação”.







