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Cidades

19/11/2022 14:34

Ex-vereador é acusado de incentivar a violência contra ministros do STF e jornalistas (vídeo)

No áudio, o autor afirma que a greve tem que ser sangrenta, que 'tem que morrer gente'

Um áudio que vem circulando no WhatsApp causa preocupação em várias pessoas do grupo onde foi postado inicialmente pelo ex-vereador de Rio Verde, a 210 quilômetros de Campo Grande, Waldemar "Sapato Branco" (MDB) e em outros para os quais o áudio foi encaminhado posteriormente, conforme o site Momento MS. 

No áudio, o ministro Alexandre de Moraes é citado nominalmente, e é acusado de transgredir a lei e a ordem em relaçao aos atos antidemocráticos promovidos desde o dia 30 de outubro, logo após as eleições. 

O problema é que o conteúdo se torna perturbador, já que incita à violência contra os ministros do STF (Superior Tribunal Federal), profissionais da imprensa, além de outros conflitos, em áudio gravado em resposta a outro participante do grupo, com o objetivo de pontuar seu posicionamento. 

Ainda segundo o site, Waldemar "Sapato Branco" parece querer incentivar um enfrentamento entre cidadãos. "Se ele 'transglediu' (sic) a lei e a ordem, que é o direito do cidadão de reivindicar, se ele pôde 'transgledir' (sic), você também não tem mais direito de ir e vir, o povo tem que 'quebrar' esse negócio de direito de ir e vir, porque senão não vai ter greve, tem que ser sangrenta mesmo, vai ter que morrer gente, pô."

Mostrando desconhecimento do contexto histórico e social, o autor do áudio menciona a Revolução Francesa. "Não adianta querer fazer revolução passando a mão na cabeça de STF, não. Porque a Revolução Francesa, se você ler lá, Sr. J., você vai ver, foi decapitado e em três dias eliminaram com tudo!"

Como se não bastasse, o áudio ainda segue afirmando outros posicionamentos que incentivam a violência contra profissionais da imprensa, também: "Já passou da hora de ter matado 11 ministros, uns cinco 'repórter' (sic) e, às vezes, uns dois, três 'comandante' (sic), passou da hora já, tem que morrer gente, se não, não vai resolver o problema." 

Ouça:

 

 

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