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segunda, 17 de janeiro de 2022 Campo Grande/MS
Cidades

Família de MS que morreu soterrada consolou parentes em luto em MG

Além de visitar outros familiares, Deisy e seu família estiveram passando a virada do ano com demais parentes e retornariam para MS

11 janeiro 2022 - 18h04Por Vinicius Costa

A família sul-mato-grossense que morreu no sábado (8) de maneira trágica ao ficar soterrada em um carro após um deslizamento de terra em Retiro do Chalé, na região de Brumadinho em Minas Gerais, estava visitando o estado para consolar parentes que estavam de luto.

As vítimas foram identificadas como Henrique Alexandrino dos Santos, 41 anos, Deisy Lúcia Cardoso Alexandrino Santos, 40 anos, Vitor Cardoso Alexandrino Santos, 6 anos, e Ana Alexandrino Santos, 3 ano, além do motorista Geovane vieira Ferreira, 42 anos.

Um familiar contou a história para o G1 de Minas Gerais, nesta terça-feira (11) após o trabalho da retirada dos corpos que estavam junto das partes do carro.

"Eles vieram passar com a família o fim de ano, na verdade, a Deisy tinha perdido uma irmã, que faleceu praticamente uma semana atrás. Ela veio dar assistência para a família", disse José Geraldo Soares, primo de Deisy.

O trabalho dos militares do Corpo de Bombeiros prosseguiu por dias e só foi finalizado no início da madrugada de hoje. As vítimas já foram computados no boletim da Defesa Civil estadual como vítimas das chuvas no estado.

Além de visitar outros familiares, Deisy e seu família estiveram passando a virada do ano com demais parentes na cidade de Paulo Cândido, na Zona da Mata mineira. O sepultamento da família acontece nesta quarta-feira (12).

Eles moravam em Aquidauana em Mato Grosso do Sul. Deisy era doutora professora e teve uma carreira na UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), enquanto Henrique Alexandrino era advogado e estava na 3° subseção da OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil).

"Está muito difícil para toda família. Deisy, Henrique e os meninos vieram também para consolar os familiares. Ela era uma pessoa muito querida, professora dedicada", lembrou Cibele Batalha, prima da vítima.