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Cidades

24/01/2015 18:00

Frete encarece e transporte pode entrar em colapso em MS, diz sindicato

Imposto

Com o aumento no combustível programado para acontecer em fevereiro, o valor do frete vai ficar mais salgado em Mato Grosso do Sul, podendo elevar em até 10% o custo no transporte de mercadorias nas rodovias.  O aumento será pago pelo consumidor na hora de comprar o produto e levar para a casa. Representantes do segmento temem um colapso do setor.

De acordo com o relações públicas do Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul (Sincam), Roberto Sinai, esse valor de R$ 0,15 a mais do litro do diesel vai impactar diretamente na produção da safra. "Eles (Governo federal) já haviam anunciado de surpresa, no fim da safra, um aumento, agora voltam e soltam mais um aumento no início da safra.  Nós sabemos que o termômetro de tudo é o óleo diesel, e subindo o combustível, sobe pneu, manutenção, mão de obra, tudo" comenta.

Hoje o setor vive um momento de recessão, onde a oferta de crédito está baixa. Com o esse impacto no aumento dos impostos, quem vai sair prejudicado será quem trabalha no transporte, já que 70% do que se produz no Brasil é transportado sobre rodas.

Sinai ressaltou que o transportador vai assumir isso (reajuste) de uma maneira inevitável, mas que também terá que repassar o reajuste, que vai refletir em diversos produtos, como hortifruti granjeiro, grãos, carne, entre outros inúmeros.

Um exemplo, em um frete que hoje é feito de Campo Grande a São Paulo é cobrado por tonelada cerca de R$ 150, com esse reajuste, o valor deve subir em média R$ 15 a mais. 

"Na ida e na volta, isso daria milhões de reais pela tonelada transportada, porque o calçado vai chegar aqui mais caro, medicamento. Um reflexo negativo em toda a sociedade, especialmente no MS porque temos um dos ICMS mais caros do país, só perdendo para o Piauí que é de 19% aqui fica ai em 17%, e outros estados chega até 9%", reclama Sinai.

Paralisação Total - Conforme informou Roberto Sinai, já foram realizadas diversas reuniões com a categoria em todos os cantos do Brasil, sobre esse aumento. Ele alerta a todos que se o valor do Cofins que está programado para ser cobrado em abril acontecer, o país vai parar." Neste momento não vamos  fazer paralisação. Tem uma previsão de vir um percentual agora e até abriu vir o outro, se eles insistirem nisso o  país pode se preparar que vamos para o Brasil e cobrar medidas drásticas da presidente Dilma.  Não é uma ameaça do setor, já foi sentado estudado e definido com toda a categoria. Se o governo ficar com desrespeito com o transporte, com impostos abusivos nos vamos parar tudo", finaliza. 

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