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Camara Maio

Locais abandonados causam transtornos a moradores da Vila Gloria

Indignação

28 JAN 2014
Ana Rita Chagas
07h00min
Foto: Geovanni Gomes

Há mais de um ano, os moradores da Rua Calarge, localizada na Vila Glória em Campo Grande sofrem com os transtornos causados em função de uma residência abandonada por uma imobiliária da Capital.

De acordo com os moradores, o local está servindo de abrigo para andarilhos, transformou-se em depósito de lixo, criadouro de mosquitos e animais peçonhentos.  “A noite isso aqui piora porque esses marginais vem pra cá e ficam fumando maconha. Nenhum policiamento passa por aqui. Além disso está ocorrendo muitos roubos. Outro dia encontrei uma Jararaca foi horrível. No domingo um carros foi roubado em frente da minha casa”, disse a aposentada Eunice Garcia Góes,91 anos, que há 23 reside no Bairro.

Segundo o estudante Luiz Guilherme Knache, a imobiliária Oshiro foi procurada para resolver o problema, mas, conforme Knache, a empresa não atendeu a nenhum dos telefonemas. “ Eles são os responsáveis e não estão nem aí. Há mais de um ano não aparece ninguém aqui para limpar o quintal. Como está tudo abandonado, a casa serve de esconderijo para assaltantes e badernas durante a noite”, reclama.

A reportagem tentou, sem sucesso, entrar em contato com a imobiliária Oshiro, mas, não obteve retornou até o fechamento da matéria. 

Inventário- Outra residência localizada na mesma rua também tem tirado o sono dos moradores. Segundo consta a casa foi parcialmente demolida, e até agora os proprietários não limparam o local que também está sendo criadouro de mosquito da dengue.

De acordo com a vizinhança, os destroços da residência ainda abrigam elementos indesejáveis, como ratos, baratas dentre outros. “A casa está sob  ação judicial, mas, vamos remover o entulho e toda a sujeira que está aí. São quatro casas que foram demolidas, e só não tiveram a devida limpeza em função das festas de fim de ano. Garanto que todas as providências estão sendo tomadas e no prazo de um mês estará tudo resolvido”, disse um dos inventariantes, Alberto Jorge Gonçalves, ao ser procurado pela reportagem.

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