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Marquinhos critica Ministério Público: exigências podem acabar com bares e boates de Campo Grande

'Se eu for fazer o que o MP quer, vão acabar todos os bares da cidade', destaca

9 AGO 2019
Nathalia Pelzl
15h00min
Foto: André de Abreu

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), afirmou que as as exigências de fiscalização impostas pelo Ministério Público prejudicam o desempenho da vida noturna da cidade. Ainda segundo ele, esse fato 'ajuda' na crise financeira dos empresários ‘da noite’ e o ‘abre e fecha’ de bares e boates na cidade.

De acordo com o prefeito, a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) – órgão responsável pela fiscalização – está apenas cumprindo as determinações do MP.

“Tenho tentado, de todas as maneiras, auxiliar esses empresários. Acontece que existem recomendações do Ministério Público. Inclusive, agora, nós recebemos um ofício que se os fiscais da Semadur não forem atrás desses empresários noturnos, esses funcionários vão responder por crime de desobediência. Olha o ponto que nós chegamos”, pontua.

Segundo Marquinhos, a ideia é que uma audiência pública seja organizada para dizer ao Ministério Público que a maneira que os promotores estão agindo ‘vai acabar’ com a noite na Cidade Morena.

“Que se deem normas e regras para se adaptar, dependendo do local onde eles estão domiciliados ou fixados, mas tem até ameaça que eles falam que a Semadur não está cumprindo o papel dela. E eu tenho dito pra você que nós estamos cumprindo dentro da nossa possibilidade, porque se eu for fazer o que o MP quer, vão acabar todos os bares da cidade".

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