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Cidades

há 9 anos

Marquinhos quer respostas do MPE e da Justiça sobre servidores da Omep/Seleta

Trad quer saber onde foi parar R$ 10 milhões de suplementação feita por Bernal

O prefeito eleito Marquinhos Trad, do PSD, informou aos servidores da Omep/Seleta, reunidos na manhã desta quarta-feira (4) durante audiência pública feita pela Comissão Especial de Acompanhamento de Demissão dos Servidores, na Câmara Municipal, que aguarda uma respostas definitivas até o dia 10 de janeiro, do Ministério Público Estadual e da Justiça estadual.

Segundo Trad, há duas as respostas aguardadas. A primeira, referente a suplementação de R$ 10 milhões solicitada pelo ex-prefeito Alcides Bernal, do PP, em setembro de 2016, cujo o recurso seria para pagamento, mas que o dinheiro teria desaparecido dos cofres da prefeitura. O valor seria suficiente para pagar salários atrasados de 2016 e de 2017, uma vez, que a folha pagamento seria inferior ao valor pego pelo ex-prefeito.

Outra resposta aguardada, está ligada a decisão sobre a manutenção do cargos dos funcionários das Instituições. Marquinhos explicou que os advogados das tanto da Omep quanto da Seleta, ingressaram com ação para tentar derrubar um agravo de instrumento que suspende os serviços e determina a demissão dos servidores.

Marquinhos relatou que, caso os advogados consigam reverter a situação, poderá iniciar o plano de substituição dos servidores. O prefeito relatou que o promotores do Ministério Público Estadual ficaram cansados do não cumprimento das determinações, uma vez que, desde 2011 até o ano passado, nenhum dos administradores, tomaram providências para cumprir o que foi pedido.

Dias difíceis 

Durante a audiência, a funcionária Leonanda Maria, que trabalha na Residência Inclusiva, uma das unidades que a própria Justiça determinou a volta dos servidores, que cuidam de pessoas portadoras de deficiência especial e situação de risco, relatou ao TopMídiaNews, que até agora, todas que estão no local, não receberam nada. "Estamos sendo dinheiro e temos que emprestar dinheiro para pagar o passe para vir trabalhar", conta.

Outra funcionária, Ana Lúcia, cozinheira de um Centro de Educação Infantil, que afirmou à reportagem, que está preocupada com a situação. Ela explica que está grávida e está prestes a entrar de licença maternidade, e cobra que o impasse se resolva a tempo.

Ao final da audiência, uma minuta da reunião será feita e encaminhada para promotor de Justiça, do Ministério Público Estadual, Marcos Alex Veras, solicitando para que seja aumentado os prazos. Marquinhos afirma que se a reposta for positiva, poderia iniciar o plano de substituição."Espero que até lá, tenha uma notícia maravilhosa para vocês", finalizou o prefeito ao ser bastante aplaudido pelos presentes. 

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