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Cidades

03/06/2015 12:38

Moradores do Jardim Botafogo sofrem com falta de drenagem e asfalto

A falta de drenagem e as vias sem asfalto prejudicam a população que trafega pelo bairro Botafogo e região.

Além da sinalização precária, a população reclama da situação das principais ruas que dão acesso aos bairros mais populosos como o Conjunto Aero Rancho, ao Hospital Rosa Aparecida Pedrossian e à Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais).

Durante a 13ª edição da Sessão Comunitária da Câmara Munipal, realizada hoje (3) na Escola Estadual Professora Flavina Maria da Silva, localizada na Rua Centro Oeste, n° 40, os moradores reclamaram da ausência do Poder Público e do tempo de resposta para as solicitações dirigidas aos vereadores.

O pintor Francisco Assis do Vale, 54, ressalta que a população compreende que a responsabilidade de realizar as obras é da prefeitura, mas os 29 vereadores foram eleitos para fiscalizar as ações do Executivo e devem ser atuantes.

“O povo precisa trabalhar para sobreviver. Não tem condições de ir às ruas reclamar sempre e contamos com a atitude daqueles que a gente elegeu para nos representar. A gente ainda acredita que eles podem fazer alguma coisa”, revela.

De acordo com ele, a Casa de Leis é a principal responsável pela atuação do prefeito Gilmar Olarte (PP). “A gente percebe que não foi o povo que votou no Olarte para ser prefeito, eles tiraram o Alcides Bernal (PP) agora precisam tomar responsabilidade”, alfineta.

Para o comerciante Manoel Mendes de Souza, a principal demanda do bairro está na Rua Ana Luiza De Souza que alaga durante as chuvas. A drenagem também precisa ser realizada nas Ruas Barão de Campinas e Joana D’arc, que também não possuem asfalto.

Já para a segurança das crianças, o morador gostaria que a prefeitura construísse calçadas ao redor dos Ceinfs (Centros de Educação Infantil) Edson da Silva e Luiz Cavalon. Entre as medidas, ele destaca ainda a instalação de lombadas eletrônicas próximo às escolas e a transferência da feirinha da Rua Ana Luiza de Souza.

“É uma avenida de mão dupla que fica fechada aos domingos atrapalhando todo o trânsito. São três ou quatro barracas que ficam dos dois lados e todo mundo precisa desviar, até ônibus muda a rota. Era só transferir para a Rua Centro Oeste que o problema acabava”, conclui.

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