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Cidades

Moradores e PM se unem para por fim à bagunça nos altos da Afonso Pena

Ordem e Progresso

08 novembro 2013 - 13h52Por Juliene Katayama

Moradores e representantes da Polícia Militar decidiram se unir para por fim à bagunça que se instaura em um dos cartões postais de Campo Grande: os Altos da Afonso Pena. As principais reclamações são o som alto, mulheres dançando e fazendo strip-tease, tudo regado a bebida alcoólica, nos fins de semana.

Adriana Aquino, representou a Associação de Moradores dos Altos da Afonso Pena, relatou o clima de tensão que a comunidade local vive nos fins de semana. “Não aguentamos mais isso. Se não bastasse o fato de nem mesmo conseguirmos entrar no condomínio porque a rua que dá acesso fica impedida pelos carros parados na via, agora tenho que tomar remédio para dormir diante do intenso volume do vindo dos carros de som”, afirmou.

A moradora ainda denunciou tráfico de drogas, prostituição e participação de crianças e adolescentes em orgias durante as algazarras na Avenida. A bagunça generalizada atinge além dos Altos, os bairros Cidade Jardim e Chácara Cachoeira. 

O Comandante do 9º Batalhão da PM, capitão Claudio Muzilli, garantiu aumentar a atuação da PM com o aperfeiçoamento das ações em conjunto com o Batalhão de Choque e da Ciptran (Companhia Independente de Trânsito da Polícia Militar). “Se tiver de agir com rigor, assim o faremos”, afirmou. 

A reunião foi solicitada pela vereadora Luiza Ribeiro (PPS) e foi conduzida pelo presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública, vereador Otávio Trad (PTdoB). 

Soluções - Conforme o advogado dos moradores, Oton Nasser, já foi ajuizada uma ação no sentido de acabar com a aglomeração na Afonso Pena por força da lei.

Foram apresentadas as propostas de proibição em estacionar nos Altos da Afonso Pena entre às 22h e 7h, instalação de redutores de velocidade e a abertura da Rua Dr. Zerbini como alternativa para os moradores não precisarem utilizar a avenida, hoje a única alternativa de acesso aos condomínios da região.

O capitão da PM ainda informou que o serviço de inteligência também está atuando e acredita que a união de forças entre as instituições envolvidas e a comunidade é fundamental para acabar com o problema.

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