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Cidades

06/05/2015 13:31

Movimentos sociais cobram promessas de campanha de Reinaldo

Cerca de 20 representantes de diversos movimentos sociais estiveram hoje (6) na Assembleia Legislativa cobrando promessas de campanha do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) que não foram cumpridas. A ação faz parte das atividades da Marcha da Classe Trabalhadora do Campo que realizam passeatas desde 1º de maio, Dia do trabalhador.

“Queremos a reforma agrária que está a cinco anos parada, assistência aos assentamentos e poder participar da escolha do novo superintendente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Mato Grosso do Sul”, explica o coordenador estadual do MST (Movimento Sem Terra), Cleiton Alexandre Pereira Valença.

O coordenador do movimento relata que o Executivo realizou uma reunião com o grupo a dois meses atrás e recebeu uma carta com as reivindicações da classe trabalhadora, mas ainda não tomou nenhuma providência. Segundo ele, o assentamento Itamarati, em Ponta Porã, produz 80 mil litros de leite por dia e exporta feijão para a Venezuela, mas mesmo assim é esquecido pelo Governo Estadual.

Foto: Diana Christie

Coordenador estadual do MST, Cleiton  Valença - Foto: Diana Christie

Entre as solicitações entregues pelos movimentos sociais para o governador, estão ações que fazem parte do portfólio de campanha de Reinaldo como encanamento de água e eletricidade nos assentamentos e melhoria nas estradas para que os alimentos possam ser comercializados.

Além disso, de acordo com Cleiton, cerca de 500 pessoas ocupam a sede do Incra neste momento. “Fizemos a marcha em defesa do reforma agrária e nos deparamos com a situação do Incra sem superintendência que prejudica os assentamentos na liberação de crédito e a desapropriação de terras”, esclarece.

Líder do governo, o deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB) justificou que a administração ainda não teve tempo para resolver o problema, mas se comprometeu a procurar o secretário de produção e agricultura familiar, Fernando Lamas, para agilizar as soluções. “O governador é produtor rural e não vai deixa-los de lado”.

Além do MST, acompanharam a sessão no Legislativo, membros da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), CUT (Central Único dos Trabalhadores), Fetagri (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Mato Grosso do Sul) e MCLRA (Movimento Camponês de Luta pela Reforma Agrária).

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