Os professores da Rede Municipal de Campo Grande estão reunidos desde às 8 horas desta segunda-feira (03), para votar o indicativo de greve sobre o reajuste do piso salarial de 20 horas. O impasse com o prefeito Gilmar Olarte (PP) vem ocorrendo a meses e até o momento ele não cumpriu o acordo previsto pela Lei Municipal 5.189/2013, que integraliza o piso da categoria. O impacto nos cofres do município será de R$ 3,5 milhões.
Na semana passada, o prefeito havia revelado que já possuía o recurso, onde parte do dinheiro seria do adiantamento da outorga da Águas Guariroba, sobre a concessão que a empresa possui na Capital repassaria o valor para a prefeitura de Campo Grande. Gilmar Olarte teria que ter pago o reajuste aos professores no dia 1º de novembro, portanto, a medida confira atraso de pagamento.
A decisão pelo indicativo de greve está sendo votada neste momento na sede do Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP). O prefeito propôs pagar o reajuste de outubro e novembro em dezembro. Caso os professores rejeitem a proposta, os 5,5 mil professores poderão entrar em greve.
Nesta manhã, as escolas não abriram justamente para os professores deciderem uma posição em assembleia.







