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Cidades

há 11 anos

Piso nacional aumenta 13% e professores da Capital querem novo reajuste

Reajuste

O MEC (Ministério da Educação) divulgou na noite desta terça-feira (6) o novo piso salarial dos professores, que será de R$ 1.917,78 --aumento de 13,01%. Com o reajuste, os educadores de Campo Grande já se prepararam para lutar pelo aumento, que deve valer a partir de maio deste ano.

O reajuste do piso pode abrir novo capítulo na queda de braço entre professores e a Prefeitura de Campo Grande. Ano passado, após muita luta contra o Executivo, protestos e greve, os professores conseguiram o reajuste de 8,46% que foi dividido em quatro parcelas pelo prefeito da Capital Gilmar Olarte (PP), e termina de ser pago somente em março.

O problema é que quando o reajuste de 8,46% terminar de ser feito, em março, a categoria estará a dois meses de receber novo reajuste, ainda maior, na ordem de 13%. A situação é mais um abacaxi para a administração de Gilmar Olarte, do PP, que já fala abertamente em nova crise financeira neste ano.

Com o slogan “Brasil: pátria educadora” a presidente Dilma Rousseff diz que a educação será prioridade durante seu governo. De acordo com o presidente da ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública), Geraldo Gonçalves, se o reajuste realmente for aprovado, será uma grande vitória para a categoria.

"É uma grande conquista e se aprovar iremos lutar para obtermos o novo reajuste nacional a partir de maio. Claro que para tudo precisa existir diálogo. No ano de 2015 vai entrar muito dinheiro para ser investido em educação, queremos que a nossa classe seja valorizada", explica.

Geraldo ainda ressaltou que se o acaso o novo reajuste entrar em vigor, será um grande triunfo, mas diz que ainda é cedo para pensar em greve. "Uma paralisação nunca é boa para nós e nem para a sociedade, isso só se faz em último caso. Primeiramente temos que dialogar e lutar pelos direitos", disse.

Lembrando que o Governador eleito Reinaldo Azambuja (PSDB), irá tentar cumprir o acordo da categoria feito com o peemedebista André Puccinelli no ano passado, onde existe uma determinação de chegar ao piso nacional para 20 horas em 2018. O acordo foi realizado com a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação).

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