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Cidades

08/05/2015 18:37

Prefeitura assina ‘contrato tampão’ e Santa Casa reabre ambulatório

O prefeito Gilmar Olarte (PP) assinou um contrato de emergência para manter os repasses de R$ 19,750 milhões para a Santa Casa de Campo Grande, possibilitando a reabertura do ambulatório da instituição. De acordo com o presidente da instituição, Wilson Teslenco, o documento vence dia 31 de maio.

Teslenco participou ontem (7) de reunião com os deputados estaduais, representantes da SES (Secretaria de Estado de Saúde), da Sesau (Secretaria Municipal de Segurança Pública) e da Câmara de Vereadores no gabinete da presidência na Assembleia Legislativa.

O objetivo era fechar um acordo de contrato com validade de cinco anos, cláusula para reajustes anuais e aumentar os repasses em R$ 1 milhão, mas a prefeitura não aceitou. Questionado sobre a possibilidade de novo contrato, o diretor da Santa Casa informou que não há previsão. “Se formos chamados nós vamos. O que vamos fazer é alertar a população para os riscos. Dependemos do comportamento do gestor”, enfatizou.

Além do reajuste, a entidade exige que a prefeitura pague R$ 20 milhões que estão atrasados. O valor seria referente a um decreto de lei para o pagamento de empréstimo, gastos com serviços extra teto, repasses que não foram feitos e de despesas com tratamentos de alta complexidade que foram prestados e que não estavam inclusos no contrato.

O líder do governo da Assembleia, deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB), explicou ontem que o Executivo estadual aguarda a assinatura do contrato definitivo para definir a contrapartida do Estado.

Cortes

 Os cortes nos serviços prestados pela Santa Casa começaram na última terça-feira (5) . O primeiro setor afetado foi o ambulatorial. Pelo menos 400 pessoas ficaram sem atendimento de média complexidade todos os dias.

As cirurgias eletivas seriam suspensas, por tempo indeterminado, a partir da próxima segunda-feira (11). O expediente comunicando a interrupção foi encaminhado pela Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG), mantenedora da Santa Casa, na quarta-feira (6), ao secretário de Saúde do município Jamal Salém, com cópias a diversas autoridades municipais e estaduais.

O município enfrenta, desde o início da semana, a paralisação 1.400 médicos da rede pública. Sem previsão para voltarem ao trabalho, apenas 30% do efetivo está em revezamento para cobrir a demanda de urgência e emergência da cidade. A prefeitura teria pedido ao sindicato para aguardar 90 dias para que as negociações retomassem, já que proposta informal, foi negada pela categoria.

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