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Cidades

24/11/2014 17:39

Prefeitura não finaliza negociação e hospitais enfrentam crise financeira

Sem dinheiro

O maior hospital de Mato Grosso do Sul, a Santa Casa de Campo Grande, está passando por uma grave crise financeira. Como o contrato feito com a prefeitura vence em na próxima quinta-feira (27), o hospital ainda não conseguiu renovar o documento porque o município estabeleceu o valor de apenas R$ 2 milhões, que segundo o diretor-geral do hospital, não seria o suficiente para pagar os gastos essenciais do hospital. A situação se repete em outras instituições da cidade.

Na tarde desta segunda-feira (24), Wilson Teslenco, presidente da ABCG (Associação Beneficente de Campo Grande) e diretor-geral da Santa Casa se reuniu com Conselheiros Municipais  de Saúde para discutir a situação atual do hospital. A situação, conforme a ABCG (Associação Beneficente de Campo Grande), mantenedora da instituição, é grave. É estimado um déficit mensal médio de R$ 4 milhões.

"A situação é grave tem que existir um acordo com a prefeitura, que pretende renovar o contrato com apenas R$2 milhões apenas em fevereiro. Viemos operando com déficit desde agosto, sem conseguir fechar as contas. Nós conseguimos, desde que assumimos a administração, trazer até julho desde ano, pagando fornecedores, tributos, fazendo um exercício de redução de custos, fazendo exercícios de valores recebidos por convênios, aditivos, no entanto todas essas possibilidades foram esgotadas em julho, ai ficou inevitável a assinatura de um novo contrato, o que causou esse déficit no valor de R$ 6 milhões”, avaliou Teslenco.

Em agosto deste ano, o Pronto Atendimento da Santa Casa chegou a ser restringido por menos de uma semana, o que resultou em um caos na saúde municipal. O processo culminou com ação civil pública do Ministério Público Estadual, pedindo para a Prefeitura da Capital abrir novos leitos hospitalares para atendimento pelo (Sistema Único de Saúde).

A situação, conforme o MPE, sem repete em outras instituições, como o Hospital Regional de Campo Grande. Além disso, o Ministério Público garante que o município não cumpre sua obrigação como gestor pleno da Saúde, ao não oferecer um atendimento de qualidade nas unidades básicas de saúde, o que sobrecarrega os maiores hospitais.

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