A prefeitura de Campo Grande não dará reajuste aos professores e os cerca de 100 mil alunos da Rede Municipal ficarão sem aula na próxima terça-feira (19). A categoria não aceitou a resposta dada pelo executivo e iniciou, nesta terça-feira (12), uma série de ações para pressionar o prefeito Gilmar Olarte (PP). A paralisação por tempo indeterminado não está descartada.
Parte da diretoria do Sindicato Campo-grandense de Profissionais da Educação Pública (ACP) busca apoio de vereadores na Câmara Municipal. “Vamos atualizar os vereadores de tudo que está acontecendo. Não vamos aceitar essa resposta da prefeitura”, disse o presidente da entidade, Geraldo Gonçalves.
A categoria enviou em 10 de março um oficio com o pedido de reajuste de 13,1%. Na ocasião, a prefeitura disse que faria ajustes nas finanças do município para garantir que o valor, determinado por lei, fosse atendido. No entanto, a categoria se diz surpresa com a negativa, enfática, da prefeitura.
“Estamos preparando vários atos, a começar por hoje na Câmara. Não vamos deixar isso assim. Ao contrário de outras categorias, nós só estamos cobrando o cumprimento da Lei Municipal 5.411/14, que determina a equiparação do piso salarial do município ao piso nacional do magistério”, disse o presidente.
No dia 19 de maio (terça-feira) os professores irão paralisar as atividades para se mobilizarem na Câmara dos Vereadores onde farão uma assembleia para decidir os rumos do movimento.
Recentemente, Gilmar Olarte anunciou cortes no 13° salário e férias de professores temporários da rede municipal







