Os professores da rede municipal de ensino consideraram a proposta da Prefeitura “indecente”. Durante assembleia na ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública), na tarde desta terça-feira (26), a categoria não aceitou receber apenas os repasses da inflação do período de outubro deste ano, condicionado ao ajustamento do índice à Lei de Responsabilidade Fiscal.
Ainda na reunião, os educadores decidiram, por unanimidade, permanecer na luta pelo aumento de 13,01%, que leva o salário base para R$ 1.917,78 por 20 horas trabalhadas, como estabelece o Piso Nacional. “Estamos vivendo pressionando a Prefeitura, se não é possível que ele [o prefeito Gilmar Olarte, PP] avance na retirada dos nossos direitos básicos”, afirmou o presidente da ACP, Geraldo Gonçalves.
Segundo Geraldo, a greve segue por tempo indeterminado. “A greve só vai acabar quando o prefeito atender o que a categoria quer. Estamos com 50% da rede paralisada, mas vamos avançar para os 100%”, concluiu.
Barracas: na assembleia os professores deixaram mais explicita a ideia der acampar em frente à Câmara ou no Passo Municipal na próxima quinta-feira (28) para reivindicar o reajuste (leia mais aqui).







