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quarta, 03 de março de 2021
Cidades

Reabertura agrada frequentadores do Parque das Nações Indígenas

Após sete meses, devido à pandemia do novo coronavírus, os portões foram reabertos

10 outubro 2020 - 16h50Por Nathalia Pelzl

A reabertura do Parque das Nações Indígenas agradou os frequentadores, que começam a retomar a rotina de atividades físicas e de lazer ao ar livre.

Após sete meses, devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os portões foram reabertos, das 6h às 21h, na última quinta-feira (08), com todos os protocolos de biossegurança.

A professora universitária Juliana Luquez, 34 anos, é natural do Rio de Janeiro-RJ e mora em Campo Grande há um ano e meio. Para ela, a volta do funcionamento do Parque das Nações Indígenas é uma motivação a mais para retornar ao cotidiano de exercícios físicos. “Abriu na quinta e eu já quis ir logo. Faço caminhada três vezes por semana e tenho o ciclismo como segunda opção. Por ser um parque mais amplo, motiva a sair de casa e praticar atividade física”. 

Juliana apresentou carência na absorção de vitamina D por falta de exposição solar. “Fui fazer um exame de sangue e minha nutricionista constatou esse problema. Então, eu preciso desse contato com o externo e a volta do parque vai de encontro com essa necessidade”, explica a professora.

Feliz com o retorno do parque, Leandro Malaquias, de 32 anos, aproveitou a folga do trabalho para passear com o filho e o enteado. Antes da pandemia, o mecânico industrial frequentava o espaço pelo menos uma vez na semana para caminhar e pedalar, sempre na companhia de familiares e amigos.

“Quando soube que ia reabrir, aproveitei para trazer as crianças para ‘tomar um ar’ e gastar energia. É bom sair um pouco para passear e apreciar a beleza do Parque, especialmente a criançada que está tendo aulas em casa há um bom tempo”, conta Malaquias.

Normas de biossegurança adotadas

Em conformidade à Portaria Imasul nº 818, de 7 de outubro de 2020, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE-MS), permanecem interditados bebedouros, banheiros, parquinhos infantis, academias, quadras esportivas (incluindo de areia), pista de skate, arquibancadas, deques, bancos e demais assentos. O uso de máscara é obrigatório, exceto durante a realização de exercícios de alta intensidade.

As atividades coletivas estão proibidas, bem como o compartilhamento de utensílios e alimentos (lanches em grupo e rodas de tereré, por exemplo). Além disso, obriga-se distanciamento social de pelo menos 1,5 metro. Pessoas do grupo de risco devem evitar o uso do local.