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Cidades

12/04/2015 08:13

Reajuste de servidores da Capital deverá ser menor que a inflação

A saúde financeira de Campo Grande está prestes a passar por um colapso, ainda mais com a data-base dos servidores municipais se aproximando. Ao que tudo indica, o reajuste nos salários das categorias pode ser inferior ao teto inflação de 6,4% prevista para 2015, pelo Governo federal. Com isso, a forte possibilidade de greve já inspira preocupação na Câmara Municipal, que prevê nova 'queda de braço' entre os trabalhadores e o Executivo municipal.

Segundo o presidente da Casa de Leis, Mario Cesar, a Câmara quer saber qual é a real situação financeira de Campo Grande."Nós queremos saber dos secretários de Administração [Wilson do Prado] e de Finanças [André Scaff] que é verdade e os que são rumores e fofocas. Precisamos ter um resposta".

Tanto Wilson como André foram 'intimados' a comparecerem à Câmara Municipal na última terça-feira (7), para dar explicações, embora a iniciativa tenha partido apenas de um 'convite amistoso'. "A ida dos secretários foi confirmada para a próxima terça-feira (14), às 16 horas.

Embora a luz do sinal esteja prestes a mudar de amarelo para o vermelho, o vereador Paulo Pedra (PDT) explicou que o segundo semestre será de meses mais difíceis e caóticos, após as negociações salariais com as categorias. "Acredito que a situação deverá ficar pior em nos meses de junho e julho, no segundo semestre. O dinheiro de 2015 já foi usado para pagamentos de dívidas de dezembro em janeiro devida a antecipação de impostos. Vamos ver o que eles [secretários] tem a dizer. Sobre o reajuste dos servidores já sabemos que pode ser menor que a inflação".

Suplementação

Durante a sessão da Câmara Municipal de quinta-feira, após o atual líder do prefeito comentar a liberação sobre o pedido de suplementação para o Executivo, no valor de R$ 17 milhões, aprovada por 18 votos, o vereador Edil Albuquerque destacou que a medida era pagamentos de contas da prefeitura. "Tem que aproveitar ainda enquanto paga", disse se referindo as contas do prefeito Gilmar Olarte, do PP.

No aporte aprovado pelos parlamentares, vale destacar que Olarte fez um remanejamento das finanças de suas secretarias. Dentre elas, o prefeito anulou da Secretaria de Infraestrutura (Seintrha) R$ 2,505 milhões de reais e transferiu para a Seplanfic a quantia para fazer o pagamento em ressarcimento à união referente ao Gisa (Programa de Gerenciamento de Informações em Saúde) que jamais foi implantada pelas administrações municipais, desde Nelson Trad Filho a Olarte.

E dentro da Seintrha, Olarte remanejou R$ 1 milhão para oferecer como contrapartida ao  BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para execução de obras de infraestrutura na Rua 14 de Julho, no centro da Capital. Além disso, dois valores de R$ 180 mil e de R$ 150 mil foram colocadas a disposição para atender licitações de consultorias referente à Rua de 14 de julho, como contrapartida para o BID. O montante estaria ligado ao projeto Reviva Centro, outro que jamais saiu do papel.  

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