O vereador Eduardo Romero (PTdoB) sugeriu nesta terça-feira (11), que o Ministério Público Estadual (MPE) fiscalize o troco de R$ 0,01 sobre o reajuste da tarifa do transporte coletivo que passa a vigorar nesta quarta-feira (12) a R$ 2,99, em Campo Grande. O parlamentar alegou que desde 2005, o Banco Central não fabrica mais a moeda e que o Consórcio Guaicurus pode ter um ganho de R$ 63 mil por mês, considerando que atualmente 210 mil pessoas utilizam o transporte coletivo na Capital.
Romero ainda afirmou que a empresa não pode arredondar a passagem para R$ 3, sem justa causa, caso isto ocorra, a empresa estará cometendo um ato infracional como prevê o artigo 39, do Código da Defesa do Consumidor. "Caso as empresas não tenham troco de um centavo têm que arredondar para baixo a tarifa de R$ 2,95, ou que até tenham troco".
Embora o prefeito tenha afirmado nesta segunda-feira (10), que são poucos os usuários que compram o valor unitário. Para o vereador, quem utiliza mais a tarifa unitária são as pessoas do interior que vem à Capital por alguma razão.
Nesta quarta-feira (12), a passagem salta dos R$ 2,70 para R$ 2,99 para ônibus convencional. Já o executivo (fresquinho), levando em conta o reajuste de 10,74% o valor atual sai de R$ 3,30 e vai para R$ 3,65. Para os dias especiais, a passagem salta de R$ 1,08 para R$ 1,19.







