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Sondagem revela potencialidades e necessidades do bairro mais antigo da Capital

Por outro lado, a região traz preocupações relacionadas à segurança, com o crescente número de usuários de entorpecentes

24 AGO 2019
Da redação / Assessoria
17h21min
Foto: Paulo Takarada

Sondagem desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa de Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS) traz um retrato do bairro Amambaí, considerado o mais antigo da Capital, na visão de moradores e frequentadores, que se dividem entre os sentimentos de encantamento e de preocupação na urgência por ações para revitalizar o bairro e seu entorno.

“A região reúne grandes apelos como a própria história e a localização privilegiada, no coração da cidade, o que faz necessário um olhar cuidadoso para as carências, relacionadas principalmente à segurança e percepção de abandono”, diz o presidente do IPF-MS, Edison Araújo.

A sondagem foi realizada com 131 pessoas do bairro, moradores ou frequentadores, entre os dias 10 e 17 de agosto de 2019. Dentre as principais motivações que levam as pessoas a frequentarem o bairro estão visitas ao Horto Florestal e à Praça das Araras, além da Morada dos Baís.

Por outro lado, a região traz preocupações relacionadas à segurança, com o crescente número de usuários de entorpecentes, imóveis fechados ou abandonados e o entorno da antiga estação rodoviária.

É o mais antigo bairro da cidade, e serviu como base para as construções do que viria a ser o Comando Militar do Oeste. Nasceu de uma resolução de 1921, logo após a construção dos quartéis, por decisão do prefeito da época, Arlindo de Andrade Gomes.

 

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