O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio do juiz Marcelo Ivo de Oliveira, da 1º Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, recebeu a denúncia sobre possível improbidade administrativa e dano ao erário na Sesau (Secretaria Municipal de Saúde).
Segundo a denúncia que está na 30ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Comarca de Campo Grande, os gerentes eram coagidos a assinassem a folha de frequencia dos agentes de saúde que trabalham seis horas, como se trabalhassem oito horas por dia pelo secretário de saúde, Jamal Salém, e pelo presidente do Sisem (Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais de Campo Grande), Marcos Tabosa.
Algumas pessoas já foram ouvidas pelos promotores e, diante da situação, o promotor Alexandre Pinto Capibaribe Saldanha solicitou que Salem e Tabosa fossem oficializados sobre o início das investigações para que apresentem documentos pertinentes ao caso. Prazo estabelecido para a apresentação será de 15 dias, após os indiciados receberem o ofício.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Sesau, que informou, que o secretário municipal Jamal Salem não iria comentar sobre o assunto. Apenas destacou que ele 'não estava a par do processo' e devido a este fato, não falaria sobre o assunto.







