O governo federal sinalizou favorável a concessão de abertura de crédito no valor de US$ 56 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) dar para dar início as obras de reordenamento da Rua 14 de julho que integra o projeto do Reviva Centro. Inicialmente, a prefeitura começa um debate técnico para ajustar os projetos executivos, antes da assinatura do contrato que deve acontecer no primeiro semestre de 2015. A previsão de início das obras está previsto para acontecer no segundo semestre do mesmo ano. A declaração foi concedida na manhã desta terça-feira (23), no gabinete do prefeito Gilmar Olarte (PP), na Estação Ferroviária.
Segundo a coordenadora da Central de Projetos da Prefeitura Municipal, Catiana Sabadim Zamarrenho, o primeiro passo é iniciar a concepção do projeto junto aos comerciantes da região central. "Acredito que essa concepção será muito parecida com essa que foi apresentada aqui hoje. Na prefeitura nós já havíamos alterados alguns pontos que foram debatidos e as mudanças foram necessárias. Então, acredito que esta fase será bem tranquila também", comenta.
No projeto apresentado nesta manhã, 170 vagas de estacionamento serão retiradas da região central de Campo Grande. "Sobre esse reposição, a prefeitura já está fazendo estudos para achar terrenos e também para criar novos incentivos para se construir edifícios de garagens. Mas o próprio mercado tem condições de suprir essas vagas", comentou.
Com o novo reordenamento, o trecho que não será permitido estacionar será o que compreende a Avenida Afonso Pena até a Rua Cândido Mariano e a via passará a contar com duas pista de rolagens. "No restante do trecho da Rua 14 de Julho serão permitidos estacionar", ressaltou a coordenadora.
O projeto ainda prevê a instalação de painéis de proteção solar onde a noite funcionarão com luz de led que poderão mudar de cores em datas comemorativas. A parte central da via terá bolsões para que as empresas consigam descarregar as suas mercadorias. As ainda calçada terão piso diferenciado, elas serão ampliadas e por baixo por meio de galerias, passarão toda a fiação de energia, telefonia, além da rede de água e esgoto.
Conforme Catiana, há um estudo onde se pretende transferir o relógio que atualmente está na Avenida Calógeras, e recolocá-lo no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua 14 de Julho, onde originalmente existia.

Transporte - Atualmente a Praça Ary Coelho se um tornou um grande terminal de transbordo. Porém, segundo a coordenadora, neste projeto os coletivos deixarão de passar pela Rua 14 de julho, incluindo ainda a Rua 13 de Maio.
"Há um estudo onde a prefeitura pretende desviar o fluxo dos coletivos para a Avenida Calógeras e para a Rua Rui Barbosa. Não se sabe se a Afonso Pena também receberá os ônibus, mas tudo entra em outro projeto da prefeitura ", finalizou.







