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sexta, 07 de agosto de 2020
COLUNA

Decifrando

Marco Santos

Quadro Estratégico no Oriente Médio e Ásia, por um analista!

Situação de China e Rússia

09 janeiro 2020 - 08h16

No quadro estratégico atual, Rússia e China, começando pela conclusão, não devem   querer  confronto direto com os EUA.

Rússia nem deverá voltar  ao patamar de super potencia.

PIB rasteiro, dificuldades econômicas e finanças superadas apenas pelo regime forte de governo.  FA sucateadas. Apenas nichos modernos.Em TIC e meios de combate em guerra cibernética perde para a Alemanha. Perdeu a capacidade naval. Tem marinha de proteção litorânea, apenas. A Noruega cuida deles no mar.

Única variável de poder militar está no arsenal nuclear, um tanto vetusto, mas perigoso.

China tem Planejamento Estrategico para ampliar o Poder Militar para equiparar com os EUA, mas dentro de mais ou menos uma década. Poder Naval em crescimento. Guerra Cibernética em desenvolvimento, já tem condições de   bloqueio de áreas restritas. O Japão é seu calcanhar de Aquiles. O   PiB ainda abaixo dos EUA. Deveria passar os norte americanos este ano. Mas levaram rasteira de Trump e ficou o esforço para 2023 / 2025. Avalio que não ultrapassa em menos de uma década. Muitos problemas internos, inclusive divisões étnicas e religiosas. Além disso, sofre de desigualdes sociais. Há cidades vazias. Isso reflete no Poder Militar como um todo. Ponto forte , o número de habitantes e Poder Nuclear. Mas..., não deve querer confronto militar direto com a América.

Não há como, considerando o quadro estratégico atual que apóiem o Irã com alguma coisa , além de retórica.

A 3a Guera Mundo ainda vai demorar um pouco, felizmente, mas deverá  começar exata na região que agora se manifesta.

Convém lembrar que o Irã é persa cercado por árabes, curdos e outros.

E tem Israel, um potencia  nuclear, embora negue, de nível superior ao Irã.

Muito terrorismo ainda pela frente.

O Brasil pagará o petróleo.

Marco Antonio dos Santos
Analista de IE