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COLUNA

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Fernando Fenero

Auto Chess marca o fim dos Battle Royales

A nova moda chega forte, tanto no PC quanto nos dispositivos mobile

17 julho 2019 - 08h57

O que faz sucesso nos games sempre acaba por mudar. Houve a época em que jogos de luta dominavam os ARCADES, depois o estilo briga de rua\beat in up, jogos de nave, esportes, para até mais recente a era dos MMO’s RPG, para então os MOBA’s e os Battle Royale.

 

 

Ao que tudo indica, finalmente a nova era desponta, uma evolução do MOBA chamado Auto Chess. O nome é realmente auto-explicativo, é um xadrez automático, onde as peças são personagens de alguma franquia dos games. Assim como nos casos do DOTA e do Counter Strike, a novidade surgiu como um Mod, que acabou conquistando a empresa detentora dos direitos dos personagens.


 

Tudo começou com o mod de Dota 2 chamado Dota Auto Chess, lançado em Janeiro deste ano, e que já apresenta números impressionantes. Na mesma onda, veio TeamFight Tatics (TFT) do League of Legends (LOL) e Underlords, o auto chess oficial da Valve. 
A mania não fica restrita aos PC’s, no mundo mobile a gigante chinesa Tecent, a dona de grandes jogos como PUBG Mobile e Arena of Valor, que fez um dos melhores títulos do gênero: Chess Rush, que além de ter a vantagem de rodar no Android e no iOS, tem modos diferentes de batalha como Modo Turbo e Modo Cooperativo. 

 


O cenário brasileiro ainda engatinha no gênero auto-chess, é raro encontrar jogadores brasileiros nos servidores, mas como a dinâmica do jogo exige pouco hardware, e uma conexão bastante modesta, tudo leva a crer que o jogo vai conquistar um espaço entre os jogadores brazukas.