Menu
Busca sexta, 15 de novembro de 2019
COLUNA

Tiro Livre

Vinícius Squinelo

Covarde e frouxo, Janot usa ficção para vender livros e enganar povão

História pra boi dormir e sem pé nem cabeça; se real, ainda mais feia pro ex-PGR

30 setembro 2019 - 09h51

Rodrigo Janot estava sumido, legado ao seu lugar de esquecimento na vida pública brasileira. Aí, de maneira publicitária, resolve reaparecer com uma história mirabolante sobre um revólver, o STF e Gilmar Mendes. Ficção para conquistar mesmo é compradores de seu livro, que já chega nas bancas. Um covarde sem tamanho.

Covarde de se armar e entrar em uma instituição pública, uma das maiores do País. Isso se a história tem um mínimo de verdade.

Covarde de, depois de se armar para ‘defender a filha’, ainda dar uma broxada daquelas e subitamente perder o instinto assassino.

Mais covarde ainda de, depois disso tudo, ainda sair contando a história. Coincidentemente logo antes de começar a vender livros.

Covarde de hoje se ‘revoltar’ com possíveis falcatruas, mas quando tinha a caneta da PGR nas mãos colocar o rabo entre as pernas e se calar.

Por fim, covarde de tentar enganar a já enganada população brasileira na tentativa de virar um mártir vendedor de livros.

Agora, alvo de ação do STF e da Polícia Federal, pode começar a ver na prática a que fundo do poço uma covardia leva.

Foto de capa: Rodrigo Rocha Loures/ Lula Marques/Divulgação