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COLUNA

Pelos Cotovelos

Olarte tenta alegrar companheiros na prisão e vai tocar para Puccinelli, Amorim e Giroto

Ex-prefeito pode se juntar aos companheiros ainda nesta semana

30 JUL 2018
Diana Christie, Rodson Willyans e Vinícius Squinelo
23h00min

Ex-prefeito e ex-pastor em Campo Grande, Gilmar Olarte visitou os amigos André Puccinelli (MDB), João Amorim e Edson Giroto, que estão Centro de Triagem Anízio de Lima, em Campo Grande. Segundo servidor ouvido pelo TopMídiaNews,  ele foi ao local no horário de visitas, neste domingo (29), e ainda cantou e tocou para os presidiários.

De olho no futuro

Olarte não recebeu a mesma cortesia dos amigos nas vezes em que foi preso, investigado por suposta lavagem de dinheiro e corrupção, mas pode integrar a famosa cela 17 em breve, já que foi condenado a oito anos de prisão em regime fechado no escândalo conhecido como cheques em branco, em sentença proferida em maio de 2017.

Contagem regressiva

Olarte recorre em liberdade, apenas com uso de tornozeleira, mas terá o processo julgado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul já nesta quarta-feira (1º). Se a Corte assim decidir, ele deverá ir direto para a prisão enquanto aguarda recursos nas instâncias superiores, como STJ (Supremo Tribunal de Justiça).

Indefinido

Mesmo o Podemos insistindo na sua pré-candidatura ao Senado, o pecuarista Chico Maia não está muito confiante nesta eleição. "Estou avaliando se sou candidato, ainda não tenho nada de concreto", pontuou. Insegurança essa que começou a aparecer após o anúncio de que poderia ser multado pela Justiça Eleitoral por propaganda eleitoral antecipada.

Indisposição

Maia, aliás, já tinha falando em desistência, afirmando que o partido teria dificuldades com tempo de TV e fundo partidário. Ele ainda alfinetou o líder de chapa, o juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT).  "Mas para o juiz está tudo normal", disparou.

Melhor aposta

A mudança de estratégia do MDB, que desistiu de André Puccinelli para lançar a candidatura de Simone Tebet, pode ser considerada a opção mais segura para o partido. Como Simone ainda tem quatro anos de mandato no Senado, ela não perde nada se for derrotada nas urnas. Melhor ainda, fica mais conhecida do público para 2022.

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