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COLUNA

Os fatos não mentem: OAB/MS apoia Puccinelli na cara de pau na eleição 2018

Nem o nome pomposo da entidade regional consegue esconder a preferência política em MS

26 julho 2018 - 23h00

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Mato Grosso do Sul, claramente escolheu um lado para torcer nas eleições deste ano. E nem o nome pomposo da entidade regional consegue esconder a preferência política das ditas referências dos operadores do Direito por aqui. E vamos explicar com fatos:

Fato 1

Com André Puccinelli, companheiros e família indo e voltando da cadeia, a OAB/MS escolheu o caminho mais fácil: o silêncio. Isso incorporado na figura de seu presidente, Mansour Elias Karmouche, que garantiu não ser função da Ordem dos Advogados do Brasil entrar na briga.

Fato 2

Confira as palavras do presidente: “veja bem: não nos envolvemos politicamente, respeitamos a decisão da Justiça, não conheço bem esse processo”. Veja a entrevista completa com Mansour clicando aqui.

Fato 3

Porém, ano passado, não foi a mesma atitude tomada com outro escândalo: o do JBS. Na ocasião, a mesma OAB, com o MESMO presidente, classificou as delações sobre suposto pagamento de propina como ‘gravíssima’. O Conselho Seccional da Ordem chegou a pedir abertura de inquérito ao então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, isso em manifesto oficial. O objetivo: investigar Reinaldo Azambuja (PSDB), também pré-candidato nessa eleição.

Fato 4

Oras bolas, mas onde fica aquela palavra linda que os advogados gostam de usar: isonomia, a igualdade perante a Lei! Ou no popular: pau que bate em Chico bate em Francisco. Na hora de pedir investigação contra tucano, a OAB/MS serve, mas na hora de comentar a PRISÃO de emedebista, ah, aí não é função da entidade não. Vá saber né!

Fato 5

O que dizer então da participação da OAB nas denúncias veiculadas sobre terceiro candidato, que incluem diretamente a magistratura (alô SUMIÇO DE SEIS MILHÕES DE REAIS DE VARA FEDERAL?!). Outra vez, impera o silêncio.