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COLUNA

Tiro Livre

Vinícius Squinelo

Tentativa de censura e advogado só valem para quando morta é rica

Pensa se fosse ‘uma qualquer’ encontrada morta após ver homem casado e com vestígios de cocaína

17 janeiro 2020 - 13h55

Motel, vestígios de cocaína e uma mulher morta. Ingredientes explosivos para um verdadeiro escândalo. Mas não quando a mulher é de família rica e o homem, casado, empresário da comunicação. Até tem advogada, pedido de censura e tudo mais. Pensem se fosse ‘uma qualquer’ na mesma situação...

A mulher, não citaremos o nome porque vai que advogada entra com processo (mas veja tudo SEM CENSURA clicando aqui e aqui), foi encontrada morta. Isso é um fato. Testemunhas relatam, não à imprensa, mas sim à polícia que um homem estava junto em uma Amarok. O local: um motel próximo da BR-262. Onde estavam, vestígios de materiais análogos à drogas pesadas, novamente conforme a prévia investigativa.

Ela, médica veterinária e com família dona de propriedades. Ele, filho de um empresário conhecido e atual gestor de uma mídia impressa na Capital. Resultado: pedidos extraoficiais e ameaças de processo para quem divulgar o nome e a foto.

A foto, aberta para qualquer um em redes sociais e outras rápidas pesquisas. O nome: consta em boletim de ocorrência disponibilizado pela Polícia à imprensa. O caso de repercussão municipal, estadual, de interesse público. Tudo que impedir qualquer informação é censura, simples e clara.

Novamente: pense se fosse uma mulher pobre...