Menu
sábado, 15 de agosto de 2020
Cultura

"Ciência sem Fronteiras" proporciona experiências internacionais para jovens do MS

09 outubro 2013 - 20h55Por Schimene Weber
"Ciência sem Fronteiras" proporciona experiências internacionais para jovens do MS

Buscando promover a mobilidade internacional de alunos e pesquisadores e incentivar a visita de jovens qualificados e professores experientes ao Brasil e assim qualificar e inovar a competitividade brasileira, o programa Ciência sem Fronteiras foi lançado em 2011 e já implementou 37.786 bolsas de estudos em todo o território nacional, de acordo com dados atualizados. O objetivo do projeto é distribuir 101 mil bolsas em quatro anos.

Em Mato Grosso do Sul, já foram distribuídas 289 bolsas nas áreas de exatas, engenharias, tecnologias e as diversas ciências da saúde, como é o caso de Bárbara Ornellas Tomasi, de 18 anos, que cursava enfermagem na UFMS e foi selecionada pelo programa para integrar o quadro de universitários da Universidade Murdoch, em Perth, na Austrália Ocidental.

De acordo com Bárbara, ela foi selecionada pelas notas do Enem e da faculdade, ambas acima das médias necessárias. Ela declarou, também, que estuda com pessoas de vários lugares, como China, Taiwan, Paquistão, Líbia, Nepal e Malásia. "É gente de tudo quanto é lugar mesmo, e isso te abre a cabeça porque você acaba vivendo de tudo.".

Quando questionada sobre as dificuldades de morar longe do país, ela respondeu que "quando você vai, você vai com tudo: seus sonhos, seus medos, sua ambição, sua expectativa... Coloca tudo na mala e vai. Mas as pessoas acham que é só isso, que todo dia é maravilhoso. Tem dias que tudo é uma montanha russa. Você tem dias de felicidade e dias de muita tristeza. A saudade aperta.".


Já Natalie Cole Bezerra, acadêmica de Engenharia Elétrica, foi selecionada pelo Projeto e passou um ano no Canadá. "Eu trabalhei um ano para uma empresa chamada Netricom, que é uma das líderes canadenses na área de Telecomunicações.". Ela também ressaltou a experiência adquirida graças ao Projeto  "tive a oportunidade de melhorar muito o meu nível de inglês, assim como ganhei experiência profissional internacional. Fiz grandes amigos e amadureci, tanto o lado pessoal quanto como o meu lado de engenheira eletricista.".


O programa é uma parceria entre os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Informação (MCTI) e do Ministério de Educação (MEC), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

Leia Também

Menino de 3 anos não resiste e morre após cair em piscina em Campo Grande
Cidade Morena
Menino de 3 anos não resiste e morre após cair em piscina em Campo Grande
Menino de nove anos é achado morto após ter faca cravada no peito em Douradina
Interior
Menino de nove anos é achado morto após ter faca cravada no peito em Douradina
Homem de 40 anos é executado em conveniência em Ponta Porã
Interior
Homem de 40 anos é executado em conveniência em Ponta Porã
Em delação, 'Doleiro dos doleiros' diz que levava pacotes de dinheiro para donos da Globo
Geral
Em delação, 'Doleiro dos doleiros' diz que levava pacotes de dinheiro para donos da Globo