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Confira os espetáculos da Temporada do Chapéu em Campo Grande

Teatro

21 OUT 2013
Redação
13h35min
Foto: Divulgação

O Grupo Tibanaré apresenta a intervenção teatral urbana estruturada em forma de cortejo cênico musical, “Andarilhos das Estrelas”.  Nela, o grupo de atores e plateia entrelaça uma relação brincante, para juntos desarmar a urbanidade com poesia, representação de danças típicas de mato grosso, contações de histórias e cantigas e cantos de roda. a ação cênica móvel proposta é voltada especialmente para espaços não convencionais, de modo que possa surpreender o público em qualquer hora e qualquer lugar.

DIA 24/10, ÀS 20H NA ORLA MORENA

Espetáculo “Saltimbembes Mambembancos” do Grupo Rosa dos Ventos (Presidente Prudente/SP)

Saltimbembe é um espetáculo brincante, com interpretação livre de artistas cômicos populares e verborrágicos, improvisadores por opção, influenciados pelo teatro, circo, palhaço de circos pequenos e principalmente pelos artistas de rua, puladores de arco da faca, vendedores de pomadas milagrosas, telepatas e repentistas que viajam de cidade em cidade vivendo de sua arte.

DIA 25/10, ÀS 11H NO PAÇO MUNICIPAL

Performance- “Esperar” do Grupo Coli$ão (Campo Grande/MS)

es·pe·rar - verbo intransitivo
1. Estar à espera; ficar esperando.
verbo transitivo
2. Ter esperança ou esperanças.
3. Contar com.
4. Aguardar.
5. Armar emboscada ou espera a.
6. .Conjecturar, supor.
7. [Brasil] Aparar um golpe; pôr-se em guarda.

Dia 25/10, às 19h na Feira Mª Apª Pedrossian

Espetáculo “João Pé-de-Chinelo” do Grupo TeatralManjericão (Porto Alegre/RS)

O espetáculo mostra o universo de João Pé-de-Chinelo, um papeleiro que vive nas ruas, praças e parques com o seu carrinho catando papelão e outros matérias recicláveis, na busca de sobrevivência e sustento da família. João é mais trabalhador fruto do êxodo rural que procura reagir com dignidade diante da mazelas dos grandes centros urbanos. O personagem apresenta sua casa e família ao público, narra histórias e aventuras vividas e sonha com dias melhores.

DIA 26/10, ÀS 12H NO CALÇADÃO DA BARÃO

Espetáculo “Qualquer Canto por um Conto” do Circo Le Chapeau (Rio de Janeiro/RJ)

“Dois artistas de um grande circo decidem parar com a vida dos espetáculos, porém após alguns dias percebem que estavam errados e decidem voltar ao circo, mas o circo já foi embora… e como artistas não desistem e tentam abrir o próprio circo, mas percebem que faltam algumas coisas e alguns artistas, mas mesmo assim vão em frente pois precisam de dinheiro! Será que eles vão conseguir fazer esse espetáculo? Não perca essa oportunidade e compareça para descobrir, as vezes você pode ser até o escolhido para fazer parte desse espetáculo!”

DIA 26/10, ÀS 17H NA PRAÇA DO PAPA

Aborto-Medida Performativa #2 do

PROJETO QUAL O REAL DA POESIA (AQUIDAUANA/MS)

DIA 27/10, ÀS 11H NA FEIRA DAS MORENINHAS

Espetáculo “A Princesa Engasgada” do Teatral Grupo de Risco (Campo Grande/MS)

Uma história irônica de uma princesa que se engasga com uma espinha de peixe e o rei determina que seja encontrado um médico para curar sua filha. Uma camponesa cansada apanhar do marido, resolve se vingar e diz ao fidalgo que ele é médico, mas só trata seus pacientes quando apanha. O camponês, sem direito de recusa, é levado ao rei e assim começa seu castigo. Com suas peripécias consegue ganhar a simpatia do rei.

DIA 27/10, ÀS 15H NO CENTRO COMUNITÁRIO INDUBRASIL

Intervenção “Ferro em Brasa” do Teatro Imaginário Maracangalha (Campo Grande/MS)

Ferro em Brasa tem aborda a questão do extermínio indígena desde o período do descobrimento do Brasil até os dias atuais, a partir da Carta de Pero Vaz de Caminha, de escritos do Frei Bartolomé de las Casas, poemas de Oswald de Andrade e noticias de violências contra os povos indígenas.

DIA 27/10 ÀS 19H NA PRAÇA DO PEIXE

Intervenção “O Cortejo do Divino Senhor – Sinhozinho” do Abequar (Campo Grande/MS)

Trabalho teatral idealizado como cortejo baseado nas procissões religiosas do catolicismo popular e traz como um dos seus personagens a enigmática figura do Sinhozinho, um místico que fez sua passagem na década de 1940 pelo município de Bonito/MS.

DIA 28/10, ÀS 10H NO HORTO FLORESTAL

Espetáculo “Areôtorare” do Teatro Imaginário Maracangalha (Campo Grande/MS)

O espetáculo de rua revisita as obras “Areôtorare” (1935) e “Sarobá” (1936) do escritor modernista Lobivar Matos, nascido em Corumbá (MS), aborda as relações humanas e sociais do seu tempo. Desta forma, questões como desigualdade, preconceito e desenvolvimento econômico são desveladas sob a ótica dos trabalhadores, índios e negros que até hoje “refletem os anseios, as revoltas, as durezas amargas da época e do meio em que vivem” (MATOS, L.).

>>>>>>Dia 28/10, às 19h30 na Praça Aquidauana

Intervenção “O Ônibus” do Grupo Foco Sem Norma (Corumbá/MS)

Um ônibus coletivo é assaltado e decorrer deste assalto um imprevisto esta para acontecer.

Em Abril de 2013 a diretora de teatro Bianca Machado recebeu um convite da APAE de Corumbá, para preparar um esquete no festival regional de Talentos da APAE. A paixão foi imediata, talento, disposição, diversão e empenho fez com que o esquete” O onibus ” arrancasse risada de mais de 700 pessoas, despertando no grupo o desejo de ir mais longe.

>>>>>>> Dia 28/10, às 20h na Praça Aquidauana

Performance- Artaud do Grupo Uruato (Campo Grande/MS)

DIA 29/10, ÀS 11H30 NO CALÇADÃO DA BARÃO

Intervenção “Intervenção Urbana In Transito” do Grupo Flor e Espinho (Campo Grande/MS)

Um personagem na rua livre para agir a partir de estímulos que a rua proporcionar. Intervenção que busca um olhar reflexivo sobre as problemáticas que a cidade apresentam aos seus cidadãos.

DIA 29/10, ÀS 17H30 NO CEMITÉRIO STO ANTÔNIO

Espetáculo “Contos Para Flores Roxas e Murchas” da Trupe Arte e Vida (Naviraí/MS)

Nesse espetáculo a trupe trata de tema muito “velado” por todos: a MORTE. o assunto surgiu constantemente nas diversas pesquisas que realizamos durante os 6 meses deste projeto: tanto na análise de fatos históricos recentes de nossa região quanto nos relatos orais colhidos através de entrevistas com moradores da cidade, formando assim uma trama dramatúrgica tecida coletivamente a partir de diversas vozes.

DIA 29/10, ÀS 20H NA ESCOLA ESTADUAL HÉRCULES MAYMONE

Espetáculo “Tekohá” do Teatro Imaginário Maracangalha (Campo Grande/MS)

O espetáculo narra a trajetória do líder guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, Tekoha, tem um significado peculiar. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. Tekoha, assim, refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura guarani. É no Tekoha que os guaranis vivem seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação tão sagrado aos guaranis.

DIA 30/10, ÀS 11H30 NO PAÇO MUNICIPAL

Intervenção “Operário em Construção” do Teatro Imaginário Maracangalha (Campo Grande/MS)

Intervenção baseada no poema de Vinicius de Moraes: O Operário em Construção

DIA 30/10, ÀS 18H (ABERTURA PARA O SEMINÁRIO) NA PRAÇA SEU LUZIANO (SÃO FRANCISCO)

Espetáculo “Circo Micróbio” do Coletivo M’Boitatá (Dourados/MS)

O pequeno circo, andarilho, que insiste em sobreviver aos novos tempos, à tecnologia, as guerras. Inspirado no movimento hippie alimenta-se de músicas dos anos 70 para apresentar números e personagens tradicionais circenses, acrobacias, malabarismos, o palhaço, o domador, a cigana advinha, o homem forte, a bailarina…

>>>>>>>>>>>>>>>>>DIA 31/10, ÀS 11H30 NO PAÇO MUNICIPAL

Intervenção “SIntervenção- Atenda” do Grupo Salin Haqzan (Corumbá/MS)

Dia 31/10, às 18h (Abertura para o Seminário) na Praça Seu Luziano (São Francisco)

Espetáculo “O Palhaço no 1/2 da rua” do Grupo Circo do Mato (Campo Grande/MS)

O Palhaço no ½ da Rua é um espetáculo de circo-teatro de rua. Através da chegada de uma charanga (banda circense) os palhaços invadem o espaço com pequenos números de baile e mescla de quadros, esquetes e números circenses. Um resgate da manifestação circense genuinamente brasileira.

Dia 01/11, às 12h no Camelódromo

Espetáculo “Varre Dor de Vadiagem” do Grupo Clara Trupi de Ovos y Assovios (Mogi das Cruzes/SP)

Um varredor de rua vive seu ofício num contato íntimo, grotesco, lírico, com seus espectadores-personagens, que aqui vivenciaram e participaram com significância de todo uma reinventada passagem de vida desse brincante varredor.

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