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Cultura

13/01/2015 17:30

Em nota, Render explica eliminação de cinco empresas em edital

Explicações

A produtora Render Brasil, vencedora de edital que destinou R$ 135 mil para o projeto “Guerra do Prata”, emitiu nota oficial, defendendo o material, e a idoneidade de todo o processo de escolha, realizado pela Fundação Municipal de Cultura.

A nota de esclarecimento foi emitida após publicação de matéria no Top Mídia News, que gerou forte discussão nas redes sociais. A empresa se baseia em normas da Ancine (Agência Nacional do Cinema) para explicar a eliminação de cinco projetos do edital, o que propiciou que o “Guerra do Prata” fosse um dos contemplados no processo.

Conforme a norma da Ancine, as empresas interessadas em apresentar projetos audiovisuais têm que cumprir uma séria de exigências, o que não ocorreu com as cinco propostas eliminadas pela Fundac, autora do edital em parceria com a Ancine.

Logo, as empresas foram eliminados por determinação das regras da Agência, sem necessidade da interposição de recurso da Render. Como cinco propostas foram excluídas pela Ancine, a Render, próxima da lista entre os classificados, teve o projeto contemplado pelo edital.

“O recurso foi para ser considerada as regras da Ancine e considerar o nosso projeto por estar de acordo com as exigências, assim como os outros contemplados. Em nenhum momento solicitamos a desclassificação de outros projetos”, salienta a empresa.

A regra é nacional, válida em todos os editais promovidos pela Ancine, e não apenas uma peculiaridade regional.

Confira a nota na íntegra:


                                                                NOTA DE ESCLARECIMENTO


A Render Brasil Produções vem a público se manifestar referente ao resultado do edital n. 17/2014 diante da polêmica e mal entendido de matéria publicada no site TopMídiaNews gerando discussões deturpadas sobre o assunto.

Entramos com recurso referente ao nosso projeto "Guerra do Prata" e não contra outros proponentes, e sim por estarmos habilitados e cumprir com as exigências da ANCINE que foram publicadas em 17/09/2014 no DIOGRANDE. no Capitulo I Artigo 1º

"Art. 1º A Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande a fim de selecionar a melhor proposta para a Administração Pública no desenvolvimento e apoio do audiovisual local, selecionará projetos apresentadas por pessoas jurídicas, com fins lucrativos empresas produtoras brasileiras independentes, com registro regular e classificadas na ANCINE como agentes econômicos brasileiros independentes, nos termos da Instrução Normativa nº. 91, de 1º de dezembro de 2010".

Enfatizamos que esse é o artigo 1º do referido edital, informando que as produtoras participantes devem estar com registro regular e classificadas na ANCINE como agentes econômicos brasileiros independentes. Todos os participantes do concurso tiveram acesso a essa informação, e portanto, tiveram tempo hábil para buscar a regularização e a classificação perante o ANCINE, no entanto vários participantes inscritos e habilitados não cumpriram esta exigência.

Independente de entrarmos com recurso ou não, as produtoras que não estivessem de acordo com essa exigência seriam desclassificadas pela ANCINE.

No dia 6/01/15 a Fundac entrou em contato nos informando que tinham recebido um parecer da ANCINE sobre os proponente habilitados e que a Focus estava irregular com a ANCINE e o próximo proponente habilitado regular seria a Render, pois as demais produtoras não estavam conforme exigência da ANCINE, solicitando a documentação necessária para a publicação do resultado final do Edital no DIOGRANDE.

Tudo dentro da lei conforme exigido no Edital. Portanto, se houvessem mais proponentes regulares perante a ANCINE, o resultado seria diferente. A Render Brasil é uma empresa séria que procura estar sempre correta perante aos órgãos de fiscalização Municipal, Estadual e Federal, principalmente perante ao ANCINE.

A Render Brasil participou apenas com o projeto Guerra do Prata. O Projeto Forte Coimbra do proponente JCKR Produções tem a Cessão de direito autoral para produzir o roteiro do autor Fabio Flecha.

A prática de pedir Cessão de direitos autorais para produção é muito comum no setor, roteiros são matéria prima do audiovisual. Existem vários outros produtores de audiovisual com vários projetos contemplados. Isso prova que tem vários profissionais competentes produzindo.

Diante de toda essa confusão, estamos sendo assediados, recebemos ligações indelicadas, mensagens desagradáveis, manifestos no face (facebook, mídia social) e nas mídias criticando e julgando de um ponto de vista muito artificial, sem saber os fatos que realmente aconteceram.

Mas o que ninguém sabe, é que, desde 2009 a Render (Fabio e Tania) concorrem a Editais, foram mais de 17 projetos inscritos e não aprovados entre FIC, FMIC e MIS, sem falar dos editais Federais, que foram mais de 10 não aprovados, até projeto lei Rouanet nós tentamos. Aprendemos com os nosso erros a participar de Editais. Nesse meio tempo, fizemos 3 produções independentes sem apoio de nenhum órgão publico.

Durante esses 5 anos, conseguimos aprovação em apenas 5 projetos e agora mais 1 pelo FMIC e 1 pelo edital Fundac/ANCINE. Todos os projetos conseguimos na raça, sem apadrinhamento, ou puxar saco de alguém, conseguimos por mérito próprio. E tudo o que fizemos foi bem aceito pelo publico. Somos produtores de audiovisual, esse é nosso trabalho, produzir e procurar meios pra viabilizar nossa produção.

O fato de conseguirmos aprovação é porque temos capacidade de produzir e procuramos nos qualificar. Amanhã estamos indo a Brasília para um curso de formatação de projetos, estamos investindo em nosso profissionalismo como sempre fizemos. E todos sabem que a verba que recebemos para produzir os curtas eram apenas apoio, não se faz uma ficção com baixo orçamento, sempre pagamos a mais no final das contas. Basta comparar os nossos custos com a de capitais do Sul e Sudeste do país.

Ficamos muito tristes como os colegas da área se incomodam com o que estamos produzindo, julgando apenas por julgar, lavando roupa suja no face e nas mídias, apenas criticando por criticar. Sempre trabalhamos sério com pessoas sérias e é o que vamos continuar fazendo.”

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