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Cultura

20/04/2015 16:32

Espetáculo de dança sobre ferrovia reúne 850 espectadores

Aproximadamente 850 pessoas estiveram presentes nos três dias de apresentação do novo espetáculo do Grupo Funk-se: “TemTrem?”. O trabalho estreou no dia 17 de abril, repetiu no dia 18 e teve sessão extra no último domingo (19), no Armazém Cultural, em Campo Grande (MS).

Com entrada franca “TemTrem?” foi uma homenagem à ferrovia e à memória de um passado-presente, segundo o diretor e coreógrafo do Grupo Funk-se, Edson Clair. “Dançamos a chegada da ferrovia em 1914 em Campo Grande, antigo MT, com a revolução industrial que assolava o mundo e as danças sociais urbanas, do início do século XX, dos Estados Unidos da América”, explica Clair.

"Fui autor do projeto de tombamento da ferrovia na Capital e acredito que o tema do espetáculo foi um importante resgate da história. Além disso, foi um momento de muitas lembranças, pois durante a minha infância eu sempre viajava de trem para Corumbá. O trabalho me emocionou muito", comenta o secretário estadual de Cultura, Turismo e Empreendedorismo e Inovação (Sectei) de Mato Grosso do Sul, Athayde Nery, que compareceu na apresentação de sábado.

O cantor e compositor Jerry Espíndola também assistiu o espetáculo: “Achei genial a ideia de falar de sobre o trem, ainda mais na própria estação ferroviária. Mexeu muito com a memória da gente e me senti honrado de fazer parte do desafio de criar uma nova versão de Trem do Pantanal junto com Alex Cavalheri. O nível do trabalho está muito alto, adorei”. Na ocasião, também estava presente um dos autores da música Trem do Pantanal, Paulo Simões, e a secretária adjunta da Sectei, Andreia Freire.

O evento foi realizado pelo Grupo Funk-se, com financiamento do Fundo Municipal de Investimentos Culturais - Fmic 2013 (da Fundação de Cultural do Município e Prefeitura Municipal de Campo Grande), e apoio da Fundação de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul - FCMS por meio da Sectei.

O elenco conta Ândrea Espíndola, Andressa Espíndola, Carla Carolina, Carlos Heduardo, Danilo Mandetta, Dreyzzy Santos, Felipe Hespporte, Henrique Lucas, Leonardo Miyahira, Letícia Pontes e Luma Oliveira; apresentando Ariel Ribeiro, Ednelson Alysson e Paulo Sergio Nobre da Silva. Além disso, o espetáculo tem a participação de duas crianças, Diogo Cavalcante e Lumy Myashita.

A concepção, coreografia incidental e direção é de Edson Clair, coreografia de Henrique Lucas Rodrigues, direção de Movimento e Dramaturgia de Jair Damasceno, iluminação de Anderson Lima e vídeo mapping de Rafael Mareco. “Foi incrível ver o lugar lotado, com uma platéia tão receptiva. Ficamos muito felizes com a presença de pessoas e famílias de todas as idades”, finaliza Edson Clair.

Grupo Funk-se – Criado em 1996, o Funk-se, trabalha a dança em vários tipos de espaço, democratizando o acesso às manifestações artísticas propostas pelo grupo. Já esteve presente nos palcos de SP, PR, GO, MG, MT, e mais de 30 cidades do Estado de Mato Grosso do Sul. Vale ressaltar a premiação obtida por duas vezes na Funarte (Prêmio Klaus Vianna) com o espetáculo “Frágil ou o Sentido da Ruptura”, que aborda a questão indígena. Além disso, também já foi selecionado para diversos festivais regionais e internacionais. Para mais informações, acesse: www.facebook.com/grupofunkse.

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