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Economia

Após reforma, Azambuja diz que vai cortar contratos que 'der para abrir mão'

Intenção é economizar R$ 100 milhões por ano, segundo o governador

23 fevereiro 2017 - 13h04Por Airton Raes
Após reforma, Azambuja diz que vai cortar contratos que 'der para abrir mão'

Após anunciar a economia de R$ 100 milhões com a revisão de contratos, o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou que irá cortar os contratos com as empresas que prestam serviços que são dispensáveis ao governo. No início da semana foi anunciado pacote de redução fiscal para equilibrar as contas e tirar o Estado do déficit, como demissão de mil comissionados, corte de secretarias e junção de serviços nos municípios do interior.

De acordo com Azambuja, os cortes de contratos serão feitos de forma gradual, seguindo o critério da necessidade. “Critério é aquilo que é dispensável ao governo. O que é possível abrir  mão para reduzir o custo do governo. Vamos  reduzindo gradativamente vários contratos que atendem a economia de Mato Grosso do Sul”, afirmou.

Reinaldo Azambuja lembrou que, no início do seu governo, a administração já realizou uma revisão nos contratos de empresas que prestam serviços ao Estado, trazendo redução e custos no primeiro ano de mandato.

Com a reforma administrativa, o governo espera economizar pelo menos R$ 134 milhões. Uma das razões para a redução da arrecadação de despesa do Estado foi a importação do gás boliviano pela Petrobras, que correspondia a 16% da arrecadação de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do Estado.