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Balança Comercial brasileira registra em novembro maior superávit desde 2007

Finanças

2 DEZ 2013
Aline Oliveira
17h49min
Divulgação

O (Mdic) Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou hoje a balança comercial brasileira que em novembro registrou superávit de US$ 1,740 bilhão. Esse é o melhor resultado para o mês desde 2007, quando o saldo positivo foi de US$ 2,020 bilhões. O número foi o melhor registrado pelo ministério desde o início do acompanhamento em 1993.


As vendas de bens nacionais para o exterior somaram US$ 20,862 bilhões em novembro, ante os US$ 20,472 bilhões em 2012. As importações alcançaram US$ 19,122 bilhões, abaixo do valor registrado no mesmo mês do ano passado, com US$ 20,665 bilhões. A quinta semana de novembro fechou com superávit de US$ 1,366 bilhão, com exportações de US$ 5,670 bilhões e importações de US$ 4,304 bilhões.

 

Acumulado do ano - De janeiro a novembro deste ano, a balança registrou um déficit de US$ 89 milhões. Esse é o pior saldo do comércio exterior do Brasil nos onze primeiros meses de um ano desde 2000, quando o resultado foi negativo em US$ 519,9 milhões. A conta do comércio internacional do país nesse mesmo período não era deficitária desde 2000.

 

O desempenho no acumulado de 2013 é bem diferente do verificado em igual período de 2012, que registrou superávit de US$ 17,154 bilhões. O déficit dos onze primeiros meses do ano é resultado de cinco meses negativos: janeiro (US$ 4 bilhões), fevereiro (US$ 1,3 bilhões), abril (US$ 990 milhões), julho (US$ 1,9 bilhão) e outubro (US$ 224 milhões). A balança com ercial foi superavitária nos outros seis meses: março (US$ 162 milhões), maio (US$ 761 milhões), junho (US$ 2,3 bilhões), agosto (US$ 1,2 bilhões), setembro (US$ 2,1 bilhões) e novembro (US$ 1,740 bilhão).

 

Uma das explicações do déficit no acumulado do ano é o registro de aproximadamente US$ 4,6 bilhões em importações de petróleo e derivados que ocorreram no fim de 2012, mas que foram registradas apenas no começo do ano.


Fonte: Valor Econômico

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