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Economia

há 11 anos

Crise na construção civil faz Mato Grosso do Sul ter onda de demissão

Caged

Com o fim do ano e a troca de gestão no Governo do Estado, Mato Grosso do Sul vive uma verdadeira crise na construção civil, conforme quem trabalha no setor. A situação derrubou a criação de empregos formais no Estado, que demitiu 1.333 pessoas a mais do que contratou no mês de outubro deste ano.


Segundo o balanço do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged) de outubro, divulgado nesta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Mato Grosso do Sul apresentou saldo de 2.500 demissões somente no setor da construção civil.


O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande (Sintracom), José Abelha Neto, afirma que a crise é devido a troca de governo, já que muitos repasses estaduais não estão sendo entregues as empresas.


"Na construção, o governo fechou as portas para algumas empresas e verbas estaduais não estão sendo repassadas. Para 'segurar as pontas' muitas firmas estão demitindo pessoal, onde algumas não estão tendo nem caixa para pagar o seguro de muitos funcionários dispensados", explica Abelha.


O Estado fechou o mês de outubro com o saldo de empregos com carteira assinada negativado, onde mais de 1.333 pessoas foram demitidas a mais do que contratadas, principalmente nos setores de agropecuária e construção civil.


Ainda segundo o presidente da Sintracom, com a crescente demissão e com o recebimento do 13º salário, o número de empregos informais nesta área aumenta, trazendo oportunidades aos recém-dispensados. "Nessa época do ano é comum as pessoas reformarem as suas casas aproveitando o salário extra, então muito pedreiros, as vezes que acabaram de perder o registro em carteira, são contratados".


Contratações
De acordo com o Caged, o setor do MS que teve a maior alta na contratação de pessoal veio do setor do comércio, com 784 efetivações, seguido pelo setor de serviços, com 351 trabalhadores contratados.

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