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Economia

Governo Federal quer baixar alíquota para estimular importação de veículos híbridos

Produção nacional

14 fevereiro 2014 - 16h02Por UNICA
Governo Federal quer baixar alíquota para estimular importação de veículos híbridos

Os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) estão avaliando um valor fixo para alíquota de impostos de importação reduzida, para entrada de carros híbridos no Brasil. O objetivo é implantar um percentual mínimo (quase zero), nos primeiros anos de implementação de política de estímulo à produção desse tipo de veículo no Brasil.

 

As empresas habilitadas no atual regime automotivo (Inovar- Auto) que se beneficiarem do estímulo tributário terão que participar das fases seguintes do programa, que são a inclusão de componentes nacionais e, por fim, a montagem dos automóveis no Brasil. Os carros importados chegariam ao País com motor movido à gasolina e elétrico.

 

 Na segunda etapa, as montadoras teriam de converter o motor para flex e permitir o uso do etanol como combustível. A última fase prevê o início da produção brasileira. A liberalização para importação dos carros híbridos visa a criar um novo nicho de mercado e garantir demanda por esse tipo de automóveis. Os estímulos tributários devem baratear os carros híbridos importados e reduzir os custos de produção local desses veículos. Esse seria o caminho para apressar a introdução em larga escalados híbridos no Brasil.

 

A proposta em estudo no governo é um pouco diferente da apresentada pela Associação Nacional de Veículos Automotores (Anfavea). O setor pediu ao governo isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na importação dos carros híbridos, dentro das cotas, até 2017. A partir dessa data, só continuariam com a isenção do tributo as montadoras que começassem a nacionalizar a produção dos automóveis.

 

O governo fará um reunião com representantes da Anfavea na próxima semana. A proposta final deve ser fechada até o fim do mês, mas dependerá de aprovação dos ministros e da presidente Dilma Rousseff. 

 

Fonte: UNICA

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