Hermas Renan Rodrigues, presidente Câmara de Dirigente Lojistas de Campo Grande, considera o Dia das Mães, comemorado no próximo domingo, um momento de reação à crise. A estimativa da instituição é de 6% no crescimento geral do comércio nesta data.
A intenção do setor é não recuar para evitar perder espaço no mercado” Ainda não é um cenário desejado, mas melhor do que todos esperavam”, conclui o presidente. Para ele, o impacto negativo parece estar sendo sentido apenas pela classe média, já que os shoppings que visam a classe C não estão sentindo retração nas vendas.
Apesar da expectativa de vendas positivas em maio, o empresariado prefere agir com cautela. Pedro Seraphin, da Escola de Inglês CNA- São Francisco, diz que com as recentes promoções das companhias aéreas para vôos internacionais, a empresa preparou ofertas de cursos rápidos de 3 semanas, de forma a suprir uma procura maior por parte do consumidor. “Apesar do dólar alto, ficou barato ir para o exterior, e nessa hora todos buscam se preparar para essas viagens”, conta.
Fabíola Deiss Alves da Toca Brasil afirma que em seu segmento não há grandes recuos ou grandes explosões de vendas nessa data, explica. “Em meu setor as vendas são contínuas e estáveis durante o ano todo”, conta. Fabíola diz que apesar de estar ouvindo muitas queixas de seus fornecedores (a maioria do sudeste), está investindo e reformando sua loja, portanto indo na contra-mão da crise.







