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Economia

Mato Grosso do Sul está entre as melhores gestões do país, segundo Tesouro

Essa situação fiscal (equilíbrio e solidez) é o principal indicador que orienta os investimentos públicos e privados, além de abrir espaço para operações de crédito

20 janeiro 2022 - 15h59Por Diana Christie

O Tesouro Nacional coloca Mato Grosso do Sul entre as melhores gestões do país, com plena capacidade de endividamento e investimentos. Com nota ‘B’, MS possui equilíbrio financeiro e capacidade para pagar as contas.

Essa situação fiscal (equilíbrio e solidez) é o principal indicador que orienta os investimentos públicos e privados, além de abrir espaço para operações de crédito.

Pelo indicador “CAPAG’, as notas “A” e “B” permitem a contratação de empréstimos a juros baixos e com garantias da União. Já as notas “C” e “D” indicam “alto risco” e tornam estados e municípios inelegíveis para operações de crédito.

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) destaca que a estabilidade foi conquistada graças aos ajustes adotados a partir de 2015, quando o Estado estava avaliado com a letra “D”, situação comparada a uma empresa em regime falimentar.

Em 2016, o conceito passou para a letra “C”, posição ainda crítica, e no ano passado o Estado alcançou o “sinal” verde na classificação de crédito, ou seja, tem o aval da União para a realização de empréstimos.

A margem de antecipação de receita chega a R$ 1,3 bilhão, mas o Estado não vai contratar empréstimos, segundo o governador, justificando que “não há necessidade de endividamento nesse momento em que desfrutamos do equilíbrio”.

No período de sete anos, o comprometimento da receita do Estado caiu de 96,47% para 46,3%. A meta para 2022 é avançar no conceito “A” e permitir que o Estado se mantenha no topo do ranking de investimentos públicos e privados.

“Mato Grosso do Sul foi além do equilíbrio, alcançou condições para avançar mais, saindo da condição de negativado a Estado com solidez fiscal, permanecendo de pé tanto no período da retração econômica, entre 2015 e 2016, quanto na crise pandêmica. A responsabilidade na gestão fez com que MS recuperasse não só a capacidade de investir, mas também de pagar as contas e fazer entregas à população”, diz Azambuja.