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Economia

12/11/2014 08:49

Em fim de ano, pacote de reajuste pesa no bolso da população de Campo Grande

Os campo-grandenses estão apreensivos com os atuais reajustes dos produtos e serviços oferecidos. Neste mês de novembro, sofreram aumentos os preços de gasolina, diesel, tarifa de ônibus e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). O "pacotão" pesa no bolso e faz a população repensar os gastos e descobrirem a importância de administrar corretamente a economia familiar.

O reajuste da tarifa de ônibus que passou a vigorar na capital sul-mato-grossense, a partir desta quarta-feira (12), já revolta muita gente pela qualidade do serviço prestado. Além disso, com o aumento de R$ 2,70 para R$ 3, a tarifa em Campo Grande ficará entre as cinco mais caras do país.

Já o reajuste do IPTU de 2015 é outra preocupação, porque o valor será repassado para toda a sociedade. Os vereadores chegaram a um consenso nesta terça-feira (11), que o aumento deve ser de 12,58%. “O IPTU faz com que a vida das pessoas fique um pouco mais cara, porque com certeza, a renda não aumenta na mesma proporção e fica difícil ter um aumento no início do ano”, explicou o economista Tiago Queiroz.

Recentemente, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) também divulgou que a cesta básica teve alta de 3,93%, chegando a R$ 296,22. Esses aumentos fazem com que o bolso da população fique “pesado”, refletindo no orçamento familiar e fazendo com que a sociedade aprenda a priorizar suas necessidades.

Os especialistas explicam que o problema é que alguns reajustes refletem em tudo, como o caso do aumento do combustível, que influencia em todas as cadeias produtivas, desde transporte a alimentação. “Quando a gente teve um processo pré-eleitoral tivemos a redução do combustível. Isso foi subsidiado porque existe uma alta no mercado global de petróleo. A Petrobrás subsidiou, mas agora, ela está repassando os aumentos e deve voltar a R$ 3,05”, explicou o economista Tiago.

Mas nem tudo é desanimador, apesar dos reajustes, os economistas esperam que o 13° salário e os empregos temporários previstos para o fim de ano repercutem positivamente no mercado, aquecendo a economia e quitando dívidas da população.

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