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Economia

08/02/2015 12:00

Para fugir da crise, cidades cortam despesas em MS

Economia

As prefeituras de Mato Grosso do Sul iniciaram 2015 com queda na arrecadação de imposto que atinge diretamente a economia dos municípios. Cidades do interior como Bonito, por exemplo, cancelaram o Carnaval alegando falta de recurso. Já Corumbá, cidade que tem o maior Carnaval do Estado manteve a festa, mas recebeu um apoio do Governo do Estado para garantir o evento e receber os turistas que lotam a cidade.

Segundo o prefeito petista de Corumbá, Paulo Duarte, a cidade apresentou perda na arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). "Essa é uma crise que atinge o Brasil e reflete nos 79 municípios do Estado . Nós tivemos uma queda no ICMS que é repassado pelo Governo do Estado e no PFM que é repassado pela União. Neste último, nós tivemos meses em que a redução chegou a 30%, sendo um índice bastante considerável aos cofres das cidades", afirmou.

Duarte ainda ressaltou que para conter os gastos implantou um sistema de economia na sua administração. "Para conter a crise fiz vários ajustes e começando com cortes nas despesas. Fizemos um controle rigoroso no custeio, como água, luz e telefone. Tudo para a gente poder cumprir os nossos compromissos a frente da prefeitura e estamos conseguindo".

Já com relação a prefeitura de Bonito, cidade decidiu não realizar uma das festas mais tradicionais no país justamente porque os cortes feito pelo governo federal no FPM chegou a R$ 2 milhões, isso, sem contar com o ICMS. O valor que seria aplicado na festa representou uma economia de R$ 400 mil, dinheiro que será revertido para compra de um ônibus e um terreno para investimentos na saúde.

O secretário de Fazenda licenciado, deputado federal Marcio Monteiro, afirmou que o Estado também passa por um queda no recolhimento de imposto e que houve aumento nas despesas. Estima-se que a redução na receita em janeiro deste ano, em comparação, ao mesmo período de 2014, a redução chegou próximo a 8%.

"Mas nós vamos conseguir fechar as contas tudo certinho", disse o deputado no fim de janeiro em entrevista exclusiva ao site Top Mídia News

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