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Caos diminui e atendimento em postos está mais rápido, diz população

18 setembro 2015 - 14h06Por Izabela Sanchez

Nas Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs, e no Centro Municipal Pediátrico, o Cempe, o atendimento está mais ágil. É o que pensam alguns usuários dos serviços de saúde pública em Campo Grande.

“Depois que os médicos voltaram, eu acho que melhorou sim. Era bem mais cheio”. É o que avalia Jaqueline Duarte, recreadora e usuária da UPA no bairro Coronel Antonino. A professora Thaiana Lima também notou mais agilidade. “O atendimento está mais rápido. A última vez que eu vim não tinha nem funcionários organizando o atendimento nos corredores”, declarou.

Celma Evangelista, que trabalha na venda de convênios de saúde, acha que o atendimento não mudou muito na UPA do bairro Vila Almeida. “Em vista do que estava, melhorou. Mas o atendimento não mudou muita coisa”.

                                     Celma Evangelista (foto: Geovanni Gomes)

“Fui bem atendida no domingo retrasado quando estava com o meu filho”. Maria Raquel, dona de casa, não reclama do atendimento nas UPAS, mas afirma que está há mais de um ano na fila do Centro de Especialidades Médicas (Cem) para uma cirurgia na coluna.

Apesar da melhora na agilidade com a volta dos médicos, tem quem ache que o atendimento nas UPAS continua desorganizado, lento e com funcionários despreparados. “Segunda eu vim e estava bem lotado. Vi uma menina que teve que fazer a ficha dela de novo, porque os funcionários perderam. Ao meu ver, ainda há lentidão e falta de organização”, declarou Vanessa da Silva Pires, sobre a UPA no Vila Almeida.

Na UPA no Coronel Antonino, Andrea Carvalho, que estava acompanhada dos filhos, reclamou do descaso e da falta de sensibilidade dos funcionários. “Cheguei aqui 7h 45min. Já são 9h e não fui atendida. Eles não estão nem aí pras pessoas. Parece que olham e falam “vou atender esse e aquele não”.

                                                       Andrea Carvalho (foto: Geovanni Gomes)

Já no Cemp, as mães notaram melhora na agilidade. “Dessa vez está melhor. Antes, eles atendiam bem, mas tinha muita espera. Falavam que não tinha médicos”, afirmou a Maria Aparecida Moura.

Renata Maria Gamarra conta que nas últimas vezes que utilizou o serviço do Cemp, estava péssimo, mas que o serviço prestado melhorou. “Era demorado e lotado. Uma vez cheguei aqui 13h e só fui atendida 20h, minha filha estava com o dedo quebrado e teve que ser atendida lá no Cem. Hoje está mais rápido. Chegamos e já fomos atendidas”.