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30 anos depois, Collor pede desculpas por confisco da poupança

O hoje senador por Alagoas acreditou que poderia conter inflação de 80% ao mês

18 maio 2020 - 18h14Por Thiago de Souza

O ex-presidente da República e hoje senador por Alagoas, Fernando Collor de Mello, pediu desculpas, nesta segunda-feira (18), por ter confiscado a poupança dos brasileiros, há 30 anos. 

Pelo Twitter, o senador disse que acreditou que as medidas radicais poderiam conter a inflação. A medida foi tomada e gerou muita polêmica exatamente no dia 16 de março de 1990. 

Collor disse que o objetivo central de sua equipe era conter a hiperinflação de 80% ao mês e que não via alternativa viável na época. A situação econômica do País, segundo ele, prejudicava os mais pobres e as “pessoas estavam morrendo de fome”, trouxe o Infomoney. 

''Era uma decisão dificílima. Mas resolvi assumir o risco. Sabia que arriscava ali perder a minha popularidade e até mesmo a Presidência'', diz a publicação.

''Quisemos muito acertar. Nosso objetivo sempre foi o bem do Brasil e dos brasileiros'', refletiu o ex-presidente.