O número de ocorrências por desaparecimento disparou nas últimas semanas preocupando as autoridades locais. É o caso do pai, Anedio Ribeiro, que procura a filha, Casiele Pedroso Ribeiro, de 15 anos, que desapareceu ontem (3).
Ela saiu de casa com a mochila para ir até a escola Ada (Adventor Divino de Almeida), na Avenida Júlio de Castilho, na região da Vila Planalto e não voltou.
Anedio conta que foi até a escola e conversou com os amigos de sala da adolescente que disseram duas versões. “Falaram que a menina saiu na garupa de uma motocicleta e outros falaram que ela estava dentro de um carro com um rapaz que possivelmente está namorando com ela", explica.
A família suspeita que a garota foi sequestrada. Conforme a família, ela acaba de completar 15 anos e está com a festa de comemoração marcara para este sábado (08).
“Ela é uma garota tranquila e soube que ela pode estar de caso com um menino que também sumiu. Temos o nome dele e tudo está sendo verificado. Já prestei boletim de ocorrências e recebo informações que ela pode estar em algum lugar. Vou até lá e nada encontro”, relata o pai.
A investigadora Maria Campos alerta que a família deve acionar a polícia para todo desaparecimento. “Neste ano a nossa equipe foi buscar adolescente que sumiu para ir em festa na cidade do interior em Chapadão do Sul, em assentamento em Terenos e não avisou os pais. Alguns vão para festas e depois voltam para a casa. Outros querem chamar a atenção da família”.
A investigadora Maria Campos, responsável pelo setor de investigação de pessoas desaparecidas em Mato Grosso do Sul, ressalta ainda que o motivo dos jovens e adolescentes que estão saindo de casa é causado por falta de ocupação e missão dentro de casa.
“Os pais também tem culpa. Os adolescentes que ficam muito tempo no WhatsApp e tomando tereré acabam dando trabalho para a família. Tem que dar atribuição e missão para eles se sentirem ocupados”, cita a policial Maria.
No facebook de Casiele está escrito que ela está bem e foi embora com a pessoa que ama. O pai Anedio acredita que alguém anda escrevendo na rede social e se passando por ela. Quem souber do paradeiro pode ligar no telefone (67) 9125-0051.






