A história de vida de Alison Mateus Quintana Gonçalves, de 3 anos, que sofre de uma doença misteriosa, acabou comovendo a sociedade de Campo Grande. O problema é que apesar dos exames o diagnóstico não foi confirmado e seu estado se agrava a cada dia. Como não foi possível encontrar tratamento adequado na Capital, a alternativa seria uma consulta agendada para o dia 29 de setembro, em São Paulo. Mas por ser particular, a família não tem condições financeiras.
Com a divulgação no TopMídia News, na manhã desta segunda-feira (01), a rádio Educativa UCDB se solidarizou com o caso e também repercutiu o fato no período da tarde. No mesmo dia, um ouvinte entrou em contato com os familiares e informou que irá disponibilizar as passagens aéreas para que eles possam ir à São Paulo fazer a consulta.

“Estou muito feliz, porque preciso levar ele urgentemente para São Paulo, tratar com uma especialista de crise convulsiva e epilepsia. Aqui em Campo Grande nem um médico consegue diagnosticá-lo”. contou emocionada a mãe, Mariluce Quintana Borges, 36 anos. A preocupação dela é que o filho está tendo “ataques” de hora em hora, apesar de tomar cinco remédios controlados.
O doador é um assessor jurídico que prefere não divulgar o nome, mas aceitou que fizéssemos a matéria para incentivarmos a solidariedade, porque assim como Mariluce, muitas famílias necessitam de apoio.
Caso Mateus

A criança nasceu “normal” e com a primeira crise, quando tinha 1 ano e 2 meses, começou a ficar ruim. Agora, o menino não se mexe, apenas os olhinhos, mas não enxerga e as crises de “epilepsia” acontecem várias vezes ao dia. O problema é que a cada ataque, ele regride e não consegue se tratar.
A mãe largou o emprego de diarista para ter dedicação exclusiva ao tratamento do filho. Já o pai, que também tinha ficado doente, está tentando retornar ao trabalho como motorista, nesta semana. Com isso, os custos de tudo ficavam por conta de um auxílio que a família recebia do governo.
Por isso, além de tentar vender uma motocicleta Shineray vermelha por R$ 2.500,00, se alguém tiver qualquer coisa para doar: alimentos, fraldas (Extra G), dinheiro para a rifa (uma sanduicheira, no valor de R$ 10), pode entrar em contato com a família pelo telefone: 9843-2453 (Vivo).
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*Matéria editada para acréscimo de informações 10h30







