Apostando no diálogo, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) desconversou sobre a possibilidade de entrar com liminar exigindo a desobstrução das rodovias bloqueadas por caminhoneiros no Estado.
De acordo com o governador, a reivindicação dos caminhoneiros já é pauta do governo e está sendo discutida. Os trabalhadores querem a redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) sobre o óleo diesel, de 17% para 12%.
Mesmo apostando no diálogo, Azambuja criticou a paralização e disse temer pelo desabastecimento que outros estados já estão vivendo.
Os protestos já duram dez dias e segundo informações da PMRE (Polícia Militar Rodoviária Estadual), cinco pontos estão parados no Mato Grosso do Sul. Os trechos são: MS-134, entre Nova Andradina e o Distrito de Casa Verde; na MS-379, próximo ao trevo de acesso a Laguna Caarapã; na MS-156, no distrito industrial de Dourados e no sentido de Itaporã e na MS-376, entre Fátima do Sul e Dourados.
Os manifestantes deixaram as rodovias federais depois que a Justiça determinou o fim dos bloqueios, com possibilidade de multa de R$ 10 mil por hora. Agora, os bloqueios estão concentrados nas rodovias estaduais.







