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Brasil vira 'potência olímpica' com 27 medalhas em Mundiais em 2013

Melhor desempenho

24 DEZ 2013
Redação
10h49min
Foto: Andrej Cukic

A histórica conquista do título mundial pela seleção brasileira feminina de handebol, no domingo, mais um ingrediente de um ano bastante positivo para as modalidades 'olímpicas' do esporte no país, o que colocaria o país em um patamar acima do que se encontrava até Londres-2012.

Segundo o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), o país terminou o ano de 2013 com 27 medalhas em Mundiais,  sendo assim o melhor desempenho até hoje em um ano 'pós-Olimpíada'. A conta feita pela entidade não inclui o futebol e o basquete, que não tiveram disputas deste nível no ano.

As meninas do handebol se juntaram a outros cinco atletas, que competem individualmente, e à seleção de vôlei, que foi campeã do Grand Prix, da Copa dos Campeões e de outros dois torneios menores que disputou na temporada – perdeu somente um em 36 jogos.

Os outros campeões mundiais em 2013 foram Rafaela Silva (judô), Jorge Zarif (vela), Robert Scheidt (vela), Cesar Cielo (natação), Poliana Okimoto (maratonas aquáticas) e Arthur Zanetti (ginástica artística).

Já os medalhistas de prata foram: Erika Miranda (judô), Rafael Silva (judô), Maria Suelen Altheman (judô), vôlei masculino (Liga Mundial), Ricardo/Álvaro Filho (vôlei de praia), Ana Marcela Cunha (maratona aquática), Martine Grael/Kahena Kunze (vela), Yane Marques (pentatlo moderno), equipe de hipismo de saltos e Robson Conceição (boxe).

Por outro lado, o basquete masculino, que chamou a atenção na Olimpíada ao conseguir um importante quinto lugar, sob o comando do argentino Rubén Magnano, foi talvez a maior decepção olímpica brasileira neste ano.

Sem Nenê, Leandrinho, Tiago Splitter, Anderson Varejão, a equipe fracassou na Copa América, perdeu todos os jogos que disputou e ficou sem a vaga no Mundial do ano que vem. Agora, depende um convite da Fiba (Federação Internacional de Basquete) para disputar o torneio.

O resultado desta temporada está bem perto das metas que o COB estipulou para o Brasil nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, que é ficar entre os 10 primeiros no quadro geral de medalhas. Em Londres, Itália e Coreia do Sul dividiram o nono lugar com 28 medalhas conquistadas.

Em 2012, a delegação brasileira terminou os Jogos de Londres na 22ª co

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