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sexta, 14 de agosto de 2020
Geral

China mata 90 mil presos por ano para doação de órgãos

O país já havia sido denunciado antes pela prática em prisioneiros

11 setembro 2019 - 09h03Por Da redação/Meia Hora

Na última segunda-feria, estudos revelaram que a China está matando prisioneiros para retirar seus órgãos e enviarem para doação. Um tribunal internacional independente, na Inglaterra, revelou a informação para o resto do mundo.

O parlamento britânico denunciou a extração forçada de órgãos sem anestesia. Já haviam algumas investigações sobre tráfico internacional de órgãos na China e foi noticiado pelo site "Opinião Crítica".

"Chineses que estão presos por causa da maneira como buscam a Deus, ou adoram a Deus, e o governo chinês se sente ameaçado por isso. Então eles estão matando esses prisioneiros e estão colhendo seus órgãos internos para obter lucro", disse Gary Bauer, membro da comissão de liberdade religiosa dos Estados Unidos.

O país tinha parado de recolher órgãos de prisioneiros há cinco anos e alegou que as acusações são feitas para propaganda política contra o país. Mas o tribunal chinês sugere que ainda há extrações acontecendo.

Segundo o site "The Guardian", a denúncia não bate com as informações dada pelo governo da China. O tribunal ouviu relatos e iniciou um trabalho para acabar com o abuso de transplantes. Cerca de 90 mil cirurgias são realizadas por ano na China, segundo o tribunal, mas o país não se pronunciou sobre as denúncias.

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