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Geral

10/04/2014 11:00

Doença da filha e necessidades financeiras fazem mãe apelar às doações

Solidariedade

Valquíria Cristina Gonçalves Curado, 23 anos, vive na cidade de Campo Grande em função dos seus dois filhos, principalmente da mais velha, que sofre de paralisia cerebral. Como a família está passando por dificuldades financeiras, ela se despiu da timidez e veio a público pedir a colaboração da sociedade para tratar sua filha e ajudar nos custeios básicos.

 

Além de procurar a imprensa, Valquíria conta sua história e tenta apoio por meio da internet, através de campanhas nas redes sociais. Algumas ajudas já foram obtidas, mas ainda, segundo ela, a família está passando por dificuldades.

 

"Estamos passando necessidades. Não posso trabalhar porque tenho que cuidar deles. Vivemos apenas do bolsa família e R$ 330,00 que o pai de ambos manda, não é o suficiente. Moramos de aluguel, as prestações estão atrasadas, estamos com luz e água cortada", revela Valquíria.


Além da filha doente, ela mora com a mãe, que é aposentada, e o filho Victor Cauã de 3 anos. "Minha mãe não pode ajudar, é idosa. Ela ficou com o pagamento bloqueado e estamos tentando resolver, disseram que foi depositado, mas na conta não aparece", contou.

 

 

Paralisia Cerebral


A paralisia cerebral é causada por lesões ou anormalidades no cérebro. Muitos desses problemas ocorrem dentro do útero, mas podem surgir a qualquer momento, durante os primeiros dois anos de vida, enquanto o cérebro do bebê ainda está em desenvolvimento. Essa paralisia é um conjunto de distúrbios que podem envolver as funções cerebrais e do sistema nervoso, afetando os movimentos, aprendizagem, audição, visão e raciocínio.

 

Quem vê o rostinho de Vitória Cristina Curado Ferreira, 9 anos, não imagina como essa menina é guerreira e luta pela própria sobrevivência. "Ela nasceu prematura. Acho que ficou doente porque o médico forçou o parto. Tenho que monitorá-la o tempo todo, fica na cadeira de rodas", contou.

Divulgação/Facebook

 

A mãe disse que está na fila de espera para colocá-la na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), com o intuito de melhorar o seu quadro clínico. Nessa semana, ela deu entrada para o benefício do governo, só que não sabe se poderá ser contemplada.

 

O pedido de doações engloba além de ajuda financeira, alimentos, fraldas tamanhos XG/XXG, leite em pó, mucilon e roupas para as crianças. "Toda ajuda é bem vinda. Lógico que precisamos de dinheiro, mas aceitamos qualquer coisa. Deus dará em dobro".

 

Para colaborar, basta entra em contato pelos telefones (67) 9138-0187 e (67) 9298-5135.

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